Descarrilamento de composição do metro de Lisboa fere maquinista

29 jul, 2014

Comboio, que já não transportava passageiros, "não conseguiu parar a tempo e embateu na parede".
Descarrilamento de composição do metro de Lisboa fere maquinista

O descarrilamento de uma composição do Metro de Lisboa que estava a fazer inversão de marcha na estação do aeroporto, num dos extremos da Linha Vermelha, provocou esta terça-feira ferimentos no maquinista.

O comboio, que já não transportava passageiros, "não conseguiu parar a tempo e embateu na parede", disse fonte policial à Lusa.

De acordo com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), o alerta foi dado às 12h38 e o acidente provocou um ferido ligeiro, um homem de 42 anos, "com suspeita de fractura num punho e diversas escoriações".

O homem foi levado para o Hospital de São José.

No local estiveram uma ambulância e uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do INEM, bem como, segundo fonte dos Sapadores Bombeiros de Lisboa, três viaturas deste regimento com 10 operacionais.

O alerta foi recebido pelos Sapadores às 12h47.

A Linha Vermelha foi encerrada entre as estações de Moscavide e aeroporto, na sequência do descarrilamento. Reabriu pelas 16h00.

Contactado pela Renascença sobre o acidente desta terça-feira na estação do aeroporto, a Metro de Lisboa remeteu esclarecimentos para uma nota a divulgar em breve.


Nas notícias
Nos últimos meses, o Metro de Lisboa tem vindo a ser alvo de notícias sobre alegados problemas de segurança.

Em Fevereiro, a Renascença revelou o caso de um descarrilamento numa zona reservada da estação do Campo Crande, motivado por uma falha de travões.

Depois disso, foram noticiadas falhas no sistema de combate a incêndios, situações que a empresa considerou falaciosas e injustificadamente alarmantes. Em Junho, a Renascença noticiou que a empresa Metro de Lisboa fiscaliza-se a si própria.

[Em actualização]