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Prisão domiciliária para GNR suspeito de corrupção

20 jun, 2014 • Celso Paiva Sol

Militar da investigação criminal do destacamento de Santarém é suspeito de ter tentado condicionar um inquérito-crime, a troco de contrapartidas financeiras.

Vai ficar em prisão domiciliária com pulseira electrónica o militar da GNR que foi detido, na quinta-feira, por suspeita de corrupção, determinou o Tribunal de Santarém.

O militar foi surpreendido pelos inspectores da Judiciária, na quinta-feira, quando ia receber a terceira parte do pagamento combinado, de um total que rondará os mil euros.

A detenção ocorreu em Almeirim, pouco antes do encontro marcado com a vítima.

A investigação tem pouco mais de um mês, tempo suficiente para que o Ministério Público e a Judiciária decidissem avançar com a detenção.

O GNR, de 47 anos, colocado na investigação criminal do destacamento de Santarém, é suspeito de ter sugerido à agora denunciante condicionar um inquérito-crime que tinha em mãos, a troco de contrapartidas financeiras.

Esta investigação começou com a denúncia da mulher que vinha efectuando os pagamentos e foi a própria GNR a enviar o caso ao Ministério Público.