Qual o seu lugar na lista de espera para a vacina contra a Covid-19?

Joana Gonçalves, João Antunes

Até hoje, de , foram vacinadas pessoas em Portugal. Nesta corrida contra o tempo, a ciência parece ser a grande vencedora e com ela todos os que beneficiam do novo fármaco.
Mas na fila de mais de 10 milhões de portugueses, quem recebe a vacina primeiro e quem fica para o fim?

Responda às questões abaixo e descubra o seu lugar na lista de espera.

1

Qual o seu grupo etário?

2

Já foi diagnosticado com Covid-19?

3

Qual a sua profissão?

4

Reside num lar ou está internado numa unidade de cuidados continuados?

5

Quais destas patologias apresenta?

A vacinação "começa por cuidar de quem cuidou de nós", defendeu a ministra da Saúde, a pouco mais de uma semana da chegada do primeiro lote de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19. A primeira tranche, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, numa primeira fase, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 de Dezembro.

De acordo com a ministra da Saúde Marta Temido, os primeiros a receberem a vacina serão os profissionais de saúde dos centros hospitalares universitários do Porto, São João, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

Esta segunda fase deverá decorrer no segundo trimestre de 2021 mas pode estender-se até Julho, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição (Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Sanofi/GSK e CureVac).

Além dos espaços nos centros de saúde, onde deverá decorrer a vacinação, as unidades móveis que já existem nas unidades de cuidados serão reforçadas para irem ao domicílio, se necessário.

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Faz parte do primeiro grupo prioritário, logo a seguir aos profissionais de saúde. Deverá receber a vacina até fevereiro de 2021. O processo de administração deverá decorrer na instituição onde reside. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a realização do processo, que abrange cerca de 250 mil portugueses.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 de Dezembro.

De acordo com a ministra da Saúde Marta Temido, os primeiros a receberem a vacina serão os profissionais de saúde dos centros hospitalares universitários do Porto, São João, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

Esta segunda fase deverá decorrer no segundo trimestre de 2021 mas pode estender-se até Julho, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição (Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Sanofi/GSK e CureVac).

Além dos espaços nos centros de saúde, onde deverá decorrer a vacinação, as unidades móveis que já existem nas unidades de cuidados serão reforçadas para irem ao domicílio, se necessário.

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

À sua frente, na lista de espera, estão cerca de 300 mil pessoas. Ainda assim, faz parte do primeiro grupo prioritário, logo a seguir aos profissionais de saúde e residentes ou prestadores de cuidados em lares e unidades de cuidados continuados. Deverá receber a vacina entre fevereiro e abril de 2021. Deste grupo fazem parte 400 mil residentes em Portugal.

O plano de vacinação prevê o envio de um SMS para aferir o interesse na vacinação contra a Covid-19. Os utentes responderão SIM ou NÃO. Se a resposta é NÃO ou não existir resposta, o utente não é convocado para vacinação e é enviado para tratamento manual na rede de Cuidados de Saúde Primários (CSP);
Se a resposta é SIM, o utente receberá novo SMS com o agendamento (data, hora, local). Será ainda necessário confirmar a disponibilidade para comparecer no dia e hora agendados. Se a resposta ao agendamento é NÃO, o utente é enviado para tratamento manual nos CSP.

O processo de administração deverá decorrer num centro de saúde, perto do local de residência. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a vacinação ao domicílio, caso seja necessário.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 deste mês.

Convém lembrar que esta primeira aquisição não será suficiente para garantir a vacinação de todos os profissionais de saúde diretamente envolvidos no combate à Covid-19. As quase 10 mil doses têm de ser divididas em duas tomas, previsivelmente separadas por 21 dias. Por cada pessoa vacinada é guardada uma dose para a segunda administração.
Por esse motivo, menos de cinco mil profissionais receberão a primeira dose, ainda este ano.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

Esta segunda fase deverá decorrer no segundo trimestre de 2021 mas pode estender-se até Julho, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição (Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Sanofi/GSK e CureVac).

Além dos espaços nos centros de saúde, onde deverá decorrer a vacinação, as unidades móveis que já existem nas unidades de cuidados serão reforçadas para irem ao domicílio, se necessário.

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

À sua frente, na lista de espera, estão cerca de 700 mil pessoas. Ainda assim, faz parte do primeiro grupo prioritário, a seguir aos profissionais de saúde, residentes ou prestadores de cuidados em lares e pessoas com 50 ou mais anos com comorbilidades associadas. Deverá receber a vacina entre março e abril de 2021.

O plano de vacinação prevê o envio de um SMS para aferir o interesse na vacinação contra a Covid-19. Os utentes responderão SIM ou NÃO. Se a resposta é NÃO ou não existir resposta, o utente não é convocado para vacinação e é enviado para tratamento manual na rede de Cuidados de Saúde Primários (CSP);
Se a resposta é SIM, o utente receberá novo SMS com o agendamento (data, hora, local). Será ainda necessário confirmar a disponibilidade para comparecer no dia e hora agendados. Se a resposta ao agendamento é NÃO, o utente é enviado para tratamento manual nos CSP.

O processo de administração deverá decorrer num centro de saúde, perto do local de residência. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a vacinação ao domicílio, caso seja necessário.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 deste mês.

Convém lembrar que esta primeira aquisição não será suficiente para garantir a vacinação de todos os profissionais de saúde diretamente envolvidos no combate à Covid-19. As quase 10 mil doses têm de ser divididas em duas tomas, previsivelmente separadas por 21 dias. Por cada pessoa vacinada é guardada uma dose para a segunda administração.
Por esse motivo, menos de cinco mil profissionais receberão a primeira dose, ainda este ano.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

Esta segunda fase deverá decorrer no segundo trimestre de 2021 mas pode estender-se até Julho, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição (Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Sanofi/GSK e CureVac).

Além dos espaços nos centros de saúde, onde deverá decorrer a vacinação, as unidades móveis que já existem nas unidades de cuidados serão reforçadas para irem ao domicílio, se necessário.

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Faz parte do segundo grupo prioritário do plano de vacinação contra a Covid-19. À sua frente, na lista de espera, estão cerca de 950 mil pessoas. Deverá receber a vacina entre abril e julho de 2021, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição. Deste grupo fazem parte 2,7 milhões de portugueses.

O plano de vacinação prevê o envio de um SMS para aferir o interesse na vacinação contra a Covid-19. Os utentes responderão SIM ou NÃO. Se a resposta é NÃO ou não existir resposta, o utente não é convocado para vacinação e é enviado para tratamento manual na rede de Cuidados de Saúde Primários (CSP);
Se a resposta é SIM, o utente receberá novo SMS com o agendamento (data, hora, local).
Será ainda necessário confirmar a disponibilidade para comparecer no dia e hora agendados. Se a resposta ao agendamento é NÃO, o utente é enviado para tratamento manual nos CSP.

O processo de administração deverá decorrer num centro de saúde, perto do local de residência. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a vacinação ao domicílio, caso seja necessário.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 deste mês.

Convém lembrar que esta primeira aquisição não será suficiente para garantir a vacinação de todos os profissionais de saúde diretamente envolvidos no combate à Covid-19. As quase 10 mil doses têm de ser divididas em duas tomas, previsivelmente separadas por 21 dias. Por cada pessoa vacinada é guardada uma dose para a segunda administração.
Por esse motivo, menos de cinco mil profissionais receberão a primeira dose, ainda este ano.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Encontra-se na terceira fase, com uma espera mais longa. A vacinação para este último grupo deverá começar a partir de Julho de 2021, mas pode ter de aguardar até ao primeiro trimestre de 2022 para ser vacinado. Não integra a lista de grupos prioritários, do plano de vacinação. À sua frente estão mais de três milhões e meio de portugueses, entre profissionais de saúde, idosos, profissionais das forças armadas e de segurança, residentes em lares e pessoas com comorbilidades associadas.

A vacinação deste grupo deverá começar a partir de julho do próximo ano e estender-se até março de 2022, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição. Deste grupo fazem parte mais de seis milhões de residentes em Portugal. O ministério da Saúde já adiantou que, até lá, podem vir a ser definidos novos grupos prioritários que serão divididos numa terceira e quarta fase do processo.

O processo de administração deverá decorrer num centro de saúde, perto do local de residência. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a vacinação ao domicílio, caso seja necessário.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 deste mês.

Convém lembrar que esta primeira aquisição não será suficiente para garantir a vacinação de todos os profissionais de saúde diretamente envolvidos no combate à Covid-19. As quase 10 mil doses têm de ser divididas em duas tomas, previsivelmente separadas por 21 dias. Por cada pessoa vacinada é guardada uma dose para a segunda administração.
Por esse motivo, menos de cinco mil profissionais receberão a primeira dose, ainda este ano.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Tendo em conta que faz parte do grupo de portugueses que já foi infetado com o novo coronavírus e apresenta por isso algum grau de imunização, encontra-se na terceira fase, com uma espera mais longa. A vacinação para este último grupo deverá começar a partir de Julho de 2021, mas pode ter de aguardar até ao primeiro trimestre de 2022 para ser vacinado. À sua frente estão mais de três milhões e meio de portugueses, entre profissionais de saúde, idosos, profissionais das forças armadas e de segurança, residentes em lares e pessoas com comorbilidades associadas.

A vacinação deste grupo deverá começar a partir de julho do próximo ano e estender-se até março de 2022, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição. Deste grupo fazem parte mais de seis milhões de residentes em Portugal. O ministério da Saúde já adiantou que, até lá, podem vir a ser definidos novos grupos prioritários que serão divididos numa terceira e quarta fase do processo.

O processo de administração deverá decorrer num centro de saúde, perto do local de residência. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a vacinação ao domicílio, caso seja necessário.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 deste mês.

Convém lembrar que esta primeira aquisição não será suficiente para garantir a vacinação de todos os profissionais de saúde diretamente envolvidos no combate à Covid-19. As quase 10 mil doses têm de ser divididas em duas tomas, previsivelmente separadas por 21 dias. Por cada pessoa vacinada é guardada uma dose para a segunda administração.
Por esse motivo, menos de cinco mil profissionais receberão a primeira dose, ainda este ano.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Os jovens até 18 anos, à semelhança do que acontece com as grávidas, ficam, para já, fora do plano, por falta de dados relativamente ao efeito da vacinação nestes dois grupos. As três fases de teste da vacina da Pfizer não envolveram o recrutamento de crianças ou grávidas e, por isso, é possível que as doses tenham de ser ajustadas. A Agência Europeia do Medicamento abriu, entretanto, uma linha de apreciação acelerada de pedidos de autorização de vacinas e tratamentos pediátricos para a Covid-19.

O processo de administração deverá decorrer num centro de saúde, perto do local de residência. As unidades móveis que já existem serão reforçadas para assegurar a vacinação ao domicílio, caso seja necessário.

A primeira tranche de 9.750 doses da vacina contra a Covid-19, que chega a Portugal a 26 de dezembro, foi fabricada pela farmacêutica Pfizer e será distribuída, inicialmente, pelos profissionais de saúde na linha da frente do combate à pandemia, num processo que decorrerá entre 27 e 29 deste mês.

Convém lembrar que esta primeira aquisição não será suficiente para garantir a vacinação de todos os profissionais de saúde diretamente envolvidos no combate à Covid-19. As quase 10 mil doses têm de ser divididas em duas tomas, previsivelmente separadas por 21 dias. Por cada pessoa vacinada é guardada uma dose para a segunda administração.
Por esse motivo, menos de cinco mil profissionais receberão a primeira dose, ainda este ano.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

À sua frente, na lista de espera, estão cerca de 300 mil pessoas. Ainda assim, faz parte do primeiro grupo prioritário, logo a seguir aos profissionais de saúde e residentes ou prestadores de cuidados em lares e unidades de cuidados continuados. O aumento da incidência da doença provocada pelo novo coronavírus em idosos acima dos 80 anos, motivou uma alteração no plano de vacinação, no final de janeiro. Assim, os portugueses nesta faixa etária passam a integrar a primeira fase, independentemente de residirem em lares ou terem alguma comorbilidade associada. Deverá receber a vacina entre fevereiro e abril de 2021.

De acordo com a ministra da Saúde Marta Temido, os primeiros a receberem a vacina serão os profissionais de saúde dos centros hospitalares universitários do Porto, São João, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

Esta segunda fase deverá decorrer no segundo trimestre de 2021 mas pode estender-se até Julho, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição (Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Sanofi/GSK e CureVac).

Além dos espaços nos centros de saúde, onde deverá decorrer a vacinação, as unidades móveis que já existem nas unidades de cuidados serão reforçadas para irem ao domicílio, se necessário.

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Uma revisão do plano de vacinação contra a Covid-19, realizada no final do mês de janeiro, resultou na inclusão de bombeiros e titulares de órgãos de soberania no primeiro grupo prioritário, logo a seguir aos profissionais de saúde e residentes ou prestadores de cuidados em lares e unidades de cuidados continuados. À sua frente, na lista de espera, estão cerca de 300 mil pessoas. Deverá receber a vacina entre fevereiro e abril de 2021.

De acordo com a ministra da Saúde Marta Temido, os primeiros a receberem a vacina serão os profissionais de saúde dos centros hospitalares universitários do Porto, São João, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central.

Na lista de prioridades seguem-se profissionais e residentes em lares e unidades de cuidados continuados. No primeiro mês de 2021 devem ser vacinadas 118 mil pessoas entre funcionários e utentes. Simultaneamente, continuarão a ser vacinados os profissionais de saúde. Assim, entre dezembro e janeiro devem chegar a Portugal 312 mil doses, capazes de assegurar a vacinação de cerca de 140 mil pessoas, entre as quais estão 21 mil profissionais de saúde. Neste primeiro grupo, as vacinas serão administradas nos hospitais e lares ou unidades de cuidados continuados.

Só em fevereiro se prevê que comecem a ser vacinadas as pessoas com mais de 50 anos com algumas comorbilidades associadas, identificadas pela Direção-Geral da Saúde. De acordo com o calendário apresentado no plano de vacinação contra a Covid-19, que foi, entretanto, atualizado, a primeira fase de vacinação, que inclui ainda profissionais das forças armadas, forças de segurança, bombeiros, serviços críticos, idosos com mais de 80 anos e titulares de órgãos de soberania, poderá só estar completa em meados de abril, num universo que abrange mais de 950 mil pessoas.

Na segunda fase, que envolve 2,7 milhões de potenciais cidadãos a vacinar, foram estabelecidos como grupos prioritários os portugueses com 65 ou mais anos com ou sem patologias, que não tenham sido vacinadas previamente.
Estão ainda incluídas pessoas entre os 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

  • Diabetes
  • Neoplasia maligna ativa
  • Doença renal crónica
  • Insuficiência hepática
  • Obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Outras patologias poderão ser definidas posteriormente

Esta segunda fase deverá decorrer no segundo trimestre de 2021 mas pode estender-se até Julho, consoante o ritmo de abastecimento das seis vacinas para as quais já existem acordos prévios de aquisição (Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Sanofi/GSK e CureVac).

Além dos espaços nos centros de saúde, onde deverá decorrer a vacinação, as unidades móveis que já existem nas unidades de cuidados serão reforçadas para irem ao domicílio, se necessário.

A terceira e última fase, que poderá prolongar-se até ao primeiro trimestre de 2022, abrange a toda a restante população, cerca de 6,6 milhões de residentes em Portugal. Este último grupo deverá começar a ser vacinado a partir de Julho. A última remessa de vacinas chega em 2022. Se os prazos de entrega previstos sofrerem alterações, serão definidos um terceiro e quarto grupos prioritários.
Independentemente do seu lugar nesta extensa fila, a vacinação será voluntária.

Veja também

O simulador da Renascença foi desenvolvido tendo por base o plano nacional de vacinação contra a Covid-19, a calendarização disponível até ao momento e informações adicionais obtidas junto do Ministério da Saúde e da Direção-Geral da Saúde.

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