26 nov, 2024 - 12:00 • Henrique Cunha
O presidente da Assembleia Geral (AG) do Futebol Clube do Porto, António Tavares, pede "unidade e vitória" aos associados e responsáveis do clube
"Nós temos que trabalhar e ter o foco em duas palavras: unidade e vitória", diz António Tavares à Renascença, mostrando-se confiante de que o presidente do clube será capaz de “dar a volta” à atual situação.
André Villas-Boas “tem estado muito atento e muito próximo dos problemas que estão a surgir e tem estado preocupado em resolvê-los”.
"Resolve-os dando às equipas de todas as modalidades as condições necessárias para que possam continuar com este ADN do FC Porto que é um ADN de vitória."
Para o presidente da AG portista, a equipa de futebol tem sido "infeliz no campo", mas considera "naturais" as dificuldades encontradas pela atual direção, “num processo de transição após 42 anos muito impactantes do 'presidente dos Presidentes', Pinto da Costa”.
“É natural que o presidente que viesse a seguir tivesse determinado tipo de dificuldade”, enfatiza, sem deixar de lembrar que "André Villas-Boas teve uma vitória expressiva no ato eleitoral de abril e ainda há dias viu confirmada numa Assembleia-geral a sua liderança”.
O também Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto sustenta que Villas-Boas “é um homem experiente, é um homem que conhece muito bem o meio” e está "a fazer um grande esforço para se adaptar”.
Antóniio Tavares diz que s sócios podem “estar tranquilos porque" o clube vai "dar a volta a esta situação".
"Vamos conseguir voltar a ganhar e eu acho que será já no Anderlecht, em Bruxelas que vamos dar a volta ao problema e manter o FCP na senda das vitórias”, antecipa.
Embora rejeite pronunciar-se sobre a continuidade do treinador da equipa de futebol, António Tavares afirma que “todos os desafios são decisivos”.
“Não me compete a mim pronunciar sobre essa matéria, mas todos os desafios são decisivos. Não tenho dúvida nenhuma de que todos, a começar pelo técnico Vitor Bruno, queremos em Bruxelas dar a volta a este problema e atirar para trás das costas este momento menos bom que já tivemos noutras alturas da nossa história”, reforça.
“O que acontece - e ainda bem - é que estamos pouco habituados a isto. Somos exigentes e queremos voltar a essa exigência."
"E queremos, acima de tudo, como disse o presidente, muito respeito pelos sócios do FCP”, remata o presidente da AG do FC Porto.