24 jul, 2024 - 14:50 • Pedro Castro Alves
Joaquim Gomes participou em 18 edições da Volta a Portugal. Venceu em duas ocasiões (1989 e 1993), por isso sabe uma coisa ou duas sobre exigências e as vicissitudes de uma campanha desta natureza.
Diretor da Volta desde 2009, sete anos depois de pendurar a bicicleta, Joaquim Gomes entende que o vencedor poderá sair de uma equipa portuguesa.
“Acredito que vamos ter corredores portugueses, ou pelo menos corredores estrangeiros de formações portuguesas, que vão dar uma boa réplica e eventualmente vai sair de uma equipa portuguesa o vencedor da Volta”, arrisca, em declarações a Bola Branca.
E continua: “Agora se, tal como aconteceu o ano passado, numa competição justa, um corredor estrangeiro acabe por se revelar o mais forte da corrida, obviamente que do ponto de vista do organizador o importante é que haja uma competição saudável e o vencedor seja o mais forte”. Joaquim Gomes fala do feito de Colin Stüssi, um suíço que voou nas estradas do nosso país e que confirmou a vitória em Viana do Castelo.
“Este ano proporcionou-se que, muito provavelmente, possamos apresentar um dos inícios de Volta mais exigentes de sempre, senão mesmo o mais exigente de sempre”, garante o ex-ciclista de equipas como Sporting, Louletano/Vale do Lobo, Torreense/Sicasal e Carvalhelhos/Boavista. “Só tenho uma certeza: o corredor que saia vencedor desta Volta a Portugal será certamente o mais forte corredor da prova.”
A Volta a Portugal vai decorrer entre 24 de julho e 4 de agosto. Serão mais de 1.500 quilómetros a pedalar por Portugal. Acompanhe as etapas, as histórias e as curiosidades da Volta na Renascença.