Siga-nos no Whatsapp
Henrique Raposo n´As Três da Manhã
Segundas e sexta-feiras, às 9h20, n'As Três da Manhã
A+ / A-
Arquivo
Defender recurso aos privados para abortos “ou é piada ou é tragédia”

Henrique Raposo

Defender recurso aos privados para abortos “ou é piada ou é tragédia”

10 jan, 2025 • Sérgio Costa , Cristina Nascimento


Comentador da Renascença Henrique Raposo considera que o eventual alargamento do prazo para a interrupção voluntária da gravidez não é o essencial ponto da discussão. “Se alargarmos, chegamos às 14 semanas e às 14 semanas já está um feto humano perfeitamente formado”, diz.

O comentador da Renascença Henrique Raposo considera que "ou é piada ou é tragédia" a posição da esquerda sobre a possibilidade das grávidas recorrerem a serviços de saúde privados para abortar.

“Há aqui uma piada intrínseca nas propostas da esquerda. Querem recorrer aos privados para permitir mais abortos, a esquerda que trata os privados como o diabo a sete", diz.

"Isto é caricato. A mulher que quer ter liberdade de escolha para escolher a escola do seu filho através de um contrato associação, não pode. A mulher que quer escolher o hospital do seu filho, não pode. A mulher que quer abortar, já pode recorrer a privados", questiona.

Raposo acrescenta que "ou é uma piada ou é uma tragédia", concluindo "que é uma tragédia”.

No espaço de comentário no programa "Três da Manhã", Raposo considera ainda que o eventual alargamento do prazo não é o cerne da questão e manifesta-se contra esse alargamento.

"Se alargamos o prazo, chegamos às 14 semanas e, às 14 semanas, já está um feto humano perfeitamente formado. É um dado médico e, portanto, já não é um conjunto de células, é um feto humano", remata.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Carlos Reis Santos
    10 jan, 2025 Lisboa 22:27
    "E o meu tempo acabou", pouco tempo digo eu.