Trabalhar e amamentar. Um conflito em que o sindicato é o patrão

Reportagem de Hugo Monteiro. Imagem e edição de Marília Freitas.

Aqui o patrão é o sindicato. Manuela Moreira trabalha no Sindicato dos Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte e pediu para entrar uma hora mais tarde, para conseguir amamentar o filho. A entidade patronal discorda e impede-a de trabalhar durante o período da manhã. Especialista ouvida pela Renascença diz que a lei é omissa, mas deve prevalecer a vontade da mãe.