A HISTÓRIA DE NADIA MURAD

Nadia Murad, a jovem escravizada pelo Estado Islâmico que confrontou líderes mundiais

20 set, 2016 - 20:14

Em 2014, Nadia Murad​ foi raptada e feita escrava sexual durante três meses pelo autoproclamado Estado Islâmico. Em Setembro, foi nomeada embaixadora da Boa Vontade para as Nações Unidas. De voz embargada, a jovem yazidi de 23 anos deixou uma pergunta aos líderes mundiais reunidos na sede da ONU: “Se decapitações, violações, escravidão de crianças e deslocação de milhões não vos movem, quando se vão mover?"
Comentários
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  • AM
    27 out, 2016 Lisboa 13:37
    Estes tipos de inteligencia-marmita, que comentam, não percebem nada do assunto. Estes casos de mulheres, destes assuntos, é uma questão de lhes dar uma nova identidade interior, e deixar a naturesa andar. A casa não vai á falencia. Falencia é estes comentários de eunucos... Mitras!
  • Miguel Botelho
    22 set, 2016 Lisboa 09:42
    Talvez seja melhor ouvir este apelo desta criança do Iémen (já ouviram falar nesta guerra que já dura há mais de uma ano?): http://www.pri.org/stories/2016-09-06/10-year-old-girl-makes-her-pitch-western-powers-peace-yemen
  • Miguel Botelho
    21 set, 2016 Lisboa 22:31
    António Costa, não existem «terroristas moderados». Essa é uma invenção americana, patrocinada pelo Sr. Obama. O que existe, segundo o representante sírio na ONU, são cerca de dois mil grupos de mercenários ou criminosos que lutam contra o exército sírio. A maior parte destes grupos são pagos pela Arábia Saudita. Israel também patrocina esta guerra. Durante o último cessar-fogo, dois caças israelitas foram abatidos por violar o espaço aéreo sírio. Muito provavelmente, o massacre de 62 soldados sírios pela aviação americana (que a nossa comunicação social se esqueceu de mencionar) foi em reprimenda pelo abate dos caças israelitas. Por fim, não existe «Estado Islâmico». Essa é outra invenção dos americanos e da sua estrutura de poder. O que existe, sim, são bandos de mercenários e criminosos, alguns muito bem pagos para fazer uma guerra sem quartel contra o exército sírio do presidente Assad. Portanto, esta ideia de uma jovem escravizada pelo «Estado Islâmico» parece ficção ao estilo dos filmes mais delirantes lançados pela indústria decadente de Hollywood.
  • joe
    21 set, 2016 alcoitão 17:44
    O Daesh ou Isis ou Isil ou Estado islâmico foi criado pelos E.U.A com a invasão do iraque, foi fortalecido quando os E.U.A abasteceream a oposição ao regime de Bashar Al Assad e é financiado pela Arábia Saudita e também por outros países da zona que lhes compram o seu petróleo
  • António Costa
    21 set, 2016 Cacém 14:58
    Miguel Botelho, francamente! Os yazidis são um povo pacifico, que há muito tempo vive naquele região, que hoje faz parte do norte da Síria. Não tem culpa nenhuma de se encontrarem no caminho dos "terroristas moderados" provenientes da Turquia! A Nadia Murad não é uma atriz a soldo dos EUA, mas apenas uma entre, os milhões de vitimas que esta guerra está a provocar! Guerra em que a politica externa dos EUA tem graves responsabilidades pela aliança que na região, firmou com os estados que patrocinam o terrorismo islâmico sunita!
  • Miguel Botelho
    21 set, 2016 Lisboa 12:38
    Mais uma actriz ou «patsy», contratada pelos EUA, para promover a ideia do monstro «ISIS» ou «ISIL» na Síria. Se foi violada, foi por mercenários e criminosos, pagos pela Arábia Saudita. No entanto, a grande produção cinematográfica e de ficção norte-americana, quer que acreditemos que é o «ISIL», esse fantasma ou «bogeyman» de proporções tão gigantescas como a baleia Mobby Dick.
  • cici
    21 set, 2016 Bragança 09:32
    Quando se passa das palavras aos actos?
  • António Costa
    20 set, 2016 Cacém 23:03
    O Boko Haram na África Ocidental, o Abu Sayyaf nas Filipinas, o Al-Shabaab na Somália só chegaram onde chegaram graças aos países que os treinam, apoiam e financiam. Estes apoios só são possíveis graças aos enormes lucros que o petróleo proporciona aos países que o produzem. É este dinheiro que paga e sustenta tanto o "terrorismo internacional" como os avultados subornos que corrompem a classe politica. Assim só são responsabilizados os "operacionais do terrorismo" porque nos seus patrocinadores e ideologia ninguém se atreve a tocar!
  • lymn
    20 set, 2016 Aveiro 22:43
    Claro que a infeliz que colocou a questão aos líderes na ONU a colocou mais do que bem colocada! Repare-se no desfile de monstros e entulho por todo o lado!