Primeiro-ministro considera que a procuradora-geral cessante "é mesmo uma pessoa feliz por ser a primeira que cessa funções, não manchando o seu mandato com críticas, mas só com elogios".
Antigo Presidente estranha a decisão do Governo tendo em atenção a “forma competente” como Joana Marques Vidal “exerceu as suas funções e o seu contributo decisivo para a credibilidade do Ministério Público”.
Líder do PSD não coloca em causa o valor de Lucília Gago, mas queria alguém de fora do Ministério Público, que gerasse “um certo consenso e uma certa respeitabilidade nacional”.
A polémica em torno da continuidade de Joana Marques Vidal à frente da Procuradoria-Geral da República e a visita do primeiro-ministro, António Costa, a Angola foram temas em análise no Casa Comum desta semana, com o socialista Fernando Medina e o social-democrata Paulo Rangel.
A polémica em torno da continuidade de Joana Marques Vidal à frente da Procuradoria-Geral da República e a visita do primeiro-ministro, António Costa, a Angola foram temas em análise no Casa Comum desta semana, com o socialista Fernando Medina e o social-democrata Paulo Rangel.
No programa Casa Comum, da Renascença, Medina faz um balanço positivo do mandato de Joana Marques Vidal, mas critica violações do segredo de justiça. Por sua vez, Paulo Rangel estranha que, por alguma razão, o universo socialista não pretenda a continuidade da procuradora.
Em entrevista ao jornal online Eco, Assunção Cristas repetiu ser a favor da continuação de Joana Marques Vidal como PGR e até fez um apelo ao Presidente da República "para ouvir os partidos nesta matéria".