O Facebook precisou que os piratas informáticos tiveram acesso ao nome e contactos de cerca de 15 milhões de utilizadores e a outros dados de cerca de 14 milhões de utilizadores.
Piratas informáticos aproveitaram-se de uma vulnerabilidade no código do Facebook para roubarem senhas de acesso, que podem ser usadas para tomar controlo sobre as contas dos utilizadores.
Depois do escândalo da Cambridge Analytica e de vários pedidos de desculpa, Mark Zuckerber publicou um texto onde enumera as medidas já tomadas para evitar operações de informação coordenadas que visem influenciar eleições.
No total, a maior rede social do mundo removeu 32 contas e páginas suspeitas de estarem a tentar interferir nas eleições através da divulgação de notícias falsas.
Em causa está uma parte do documento histórico em que os pais fundadores se referem aos “índios selvagens e impiedosos”. Facebook já pediu desculpa pelo lapso.