E se os miúdos também tiverem uma palavra a dizer no destino de férias da família? A Kids Route da BTL ajuda
02-03-2023 - 23:58
 • Ana Carrilho

O percurso está vocacionado para crianças entre os 6 e os 12 anos, mas há alguma flexibilidade.

A partir das 17h00 desta sexta-feira, a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa abre as portas ao público.

Até domingo, ao fim do dia, para muitos, é uma boa oportunidade para planear e comprar férias a preços mais convidativos. Uma decisão que pode não estar apenas nas mãos dos mais crescidos.

Pela segunda vez, a BTL inclui um “ Kids Route”, que põe os mais pequenos a viajar pelo país. E quem sabe, a influenciar o destino de férias da família.

Quem está a pensar em ir à BTL este fim de semana pode pensar em o fazer em família, incluindo os mais pequenos. Logo na compra do bilhete só terá de pedir tantos passaportes quantas as crianças. Nele tem inscritos as entidades, municípios e empresas por onde terão de passar e participar em atividades, como jogos, questionários, gessos ou pinturas; umas só para crianças, outras que incluem todo o agregado. A cada paragem e atividade realizada, o passaporte recebe um carimbo. E nalguns casos, as crianças também recebem brindes.

O percurso termina no pavilhão 2 da FIL no Terminal Kids Route, onde além de receberem um prémio e um Certificado a provar que percorreram os Caminhos de Portugal da BTL ainda podem fazer uma experiência de ciência no Centrifuga e ganhar o porta-chaves que os próprios produzem. O percurso está vocacionado para crianças entre os 6 e os 12 anos, mas há alguma flexibilidade.

De recordação levam também o passaporte completamente carimbado e por vezes, acabam por influenciar os pais na escolha de um sítio para passar férias que por algum motivo lhes chamou mais a atenção. Porque há muita oferta direcionada às famílias, explica Raquel Costa, diretora da ntheias, empresa que vai dinamizar o Kids Route.

Cerca de três dezenas de entidades, fundações e municípios participam nos Caminhos de Portugal da BTL. Estão todas nos pavilhões 1 e 2 da FIL. Mas Raquel Costa gostaria de ver uma maior adesão e espera que tal aconteça em próximas edições.