Mais de 23 milhões de testes Covid feitos desde o início da pandemia
16-12-2021 - 08:25
 • Olímpia Mairos

Entre 1 e 14 de dezembro, foram realizados mais de 1,7 milhões de testes de diagnóstico à Covid-19, com uma média diária superior a 123 mil testes.

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Portugal ultrapassou os 23 milhões de testes de despiste do coronavírus desde o início da pandemia.

Em comunicado, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) adiantou que, até terça-feira, foram realizados 23.124.747 milhões de testes à Covid-19.

Destes mais de 23 milhões, 15,7 milhões foram de testes PCR e 7,4 milhões testes rápidos de antigénio de uso profissional.

“Em apenas oito dias, o país voltou a ultrapassar a marca de 1 milhão de testes, dos quais mais de 700 mil (66%) foram TRAg de uso profissional. Estes dados não incluem os autotestes”, lê-se no comunicado.

De acordo com o INSA, entre 1 e 14 de dezembro, realizaram-se mais de 1,7 milhões de testes de diagnóstico à Covid-19, com uma média diária superior a 123 mil testes. Destes, perto de 600 mil foram TAAN/PCR e mais de 1,1 milhões foram TRAg de uso profissional.

Desde o início de dezembro, Portugal registou números de testagem diária superiores a 100 mil testes em 10 dos 14 dias já contabilizados, sendo o dia 10 de dezembro aquele em que, até à data, mais testes foram realizados, num total de 197.718.

Até 31 de dezembro, os testes rápidos de antigénio efetuados nos laboratórios e farmácias aderentes ao regime excecional de comparticipação são gratuitos, uma medida que abrange toda a população (quatro testes gratuitos por mês, a cada utente) e que pretende reforçar a proteção da saúde pública e o controlo da pandemia Covid.

“A reativação do regime excecional e temporário de comparticipação dos TRAg visa contribuir para a deteção e isolamento precoce de casos, prevenir e mitigar o impacto da infeção por SARS-CoV-2 nos serviços de saúde e nas populações vulneráveis, assim como reduzir e controlar a transmissão da infeção por SARS-CoV-2 e monitorizar a evolução epidemiológica da Covid-19”, sublinha o INSA em comunicado.