Leis anti-LGBT unem UE contra Hungria
14-07-2021 - 15:11
 • Manuela Pires

​Nesta edição do programa Casa Comum Paulo, Rangel e José Luís Carneiro falam de possíveis sanções que a União Europeia pode adotar contra a Hungria depois do país liderado por Victor Orban ter aprovado uma lei anti- LGBTI.

No plano interno, sobre a decisão do ministro da Economia que decidiu travar para já a nomeação de Vitor Fernandes para presidente do conselho de administração do Banco de Fomento, os partidos, com exceção do PS e do PCP, dizem que Vitor Fernandes não tem condições para assumir o cargo.

O Banco de Portugal vai também reavaliar a idoneidade deste gestor e, perante este cenário, o ministro da Economia veio ontem travar a nomeação de Vitor Fernandes à espera de informações da Procuradoria-Geral da República sobre o seu alegado envolvimento neste processo.

Pedro Siza vieira disse mesmo que nesta altura é preciso proteger o Banco de Fomento de qualquer controvérsia relativamente á idoneidade do seu conselho de administração.

O eurodeputado do PSD Paulo Rangel entende que neste setor bancário é preciso transmitir confiança e, por isso, o Governo devia afastar desde já a nomeação deste gestor e procurar outra solução.

O secretário-geral adjunto do PS, José Luís Carneiro, entende que o Governo esteve bem porque não pode existir qualquer suspeita sobre a idoneidade e integridade de Vitor Fernandes.

O programa Casa Comum desta semana abordou ainda as possíveis sanções que a União Europeia pode adotar contra a Hungria depois do país liderado por Victor Orban ter aprovado uma lei anti- LGBTI.

Este conteúdo é feito no âmbito da parceria Renascença/Euranet Plus – Rede Europeia de Rádios. Veja todos os conteúdos Renascença/Euranet Plus