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OperaFest arranca sexta-feira

18 ago, 2022 - 06:36 • Lusa

Evento musical decorre até 10 de setembro no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

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A terceira edição do Opera Fest, que começa na sexta-feira, em Lisboa, visa ampliar o público de ópera de uma forma transversal, disse a sua diretora artística.

“Temos tido o público do nosso lado, desde o início, e temos chegado a públicos que, normalmente, não vão às instituições que apresentam ópera, um fenómeno que está a ser estudado por alunos de doutoramento da Universidade Nova de Lisboa”, explicou a soprano Catarina Molder.

A responsável afirmou à Lusa que se tem alcançado, nas duas edições anteriores, “não só o público mais jovem, como um público variado, que vem de outras franjas artísticas e musicais, e que encontra na programação [do Opera Fest], devido ao seu ecletismo”, fatores de interesse.

A soprano referiu o facto de se “cruzar um repertório muito vasto que vai dos grandes clássicos à ópera de vanguarda, como existe também um espaço para música de outros quadrantes, como a 'Rave Operática'. Abordamos não só períodos como histórias, temáticas, compositores muito variados que chegam às afinidades de algum público”.

“Apanhamos um público em rede, e é essa a receita do sucesso do OperaFest, que disse sempre que quer fazer chegar a ópera a todos e aproximar o público”.

O OperaFest começa na sexta-feira e prossegue até 10 de setembro, no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga, parceiro da Ópera Castelo, que produz o certame.

Além do compromisso de “alcançar todos os públicos”, o OperaFest aposta em novos criadores e intérpretes, e no talento nacional.

“O OPeraFest é um palco inclusivo, onde haverá talento nacional a 100%, a todos os níveis, desde os talentos mais emergentes, ao nível de músicos, cantores, maestros, e também ao nível criativo, e de toda a equipa técnica e da produção”.

Da programação deste ano destaca-se a estreia absoluta da ópera “Minotauro”, de João Ricardo, vencedor, no ano passado, do Prémio Carlos Pontes Leça, que toma o nome do antigo responsável pelo Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian.

A soprano realçou que o Festival promove o único concurso de ópera contemporânea em Portugal.

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