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​Tejo, Arade ou Tróia. Escolha o nome da nova cria de golfinho do Jardim Zoológico de Lisboa

29 abr, 2020 - 20:53 • Maria João Costa

É o mais recente habitante do Zoo de Lisboa, a cria de Golfinho-roaz nasceu na madrugada de 28 de janeiro e ainda não tem nome.

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O Dia da Mãe, a 3 de maio, vai ser assinalado no Jardim Zoológico de Lisboa, com mais uma mãe. O parto deu-se na água e a cria de golfinho-roaz que nasceu a 28 de janeiro, ainda não tem nome. Será o público a poder ajudar nesta tarefa de dar nome ao mais novo elemento do Zoo de Lisboa, entretanto fechado ao público. Tejo, Arade e Tróia, são os nomes a votação e que representam as áreas de distribuição da espécie em Portugal.

A 3 de maio, o Zoo vai apresentar ao público o pequeno golfinho, um macho que mal nasceu, “enfrentou logo nas primeiras horas de vida, desafios dignos de um super-herói”, diz o Jardim Zoológico, em comunicado, acrescentando que a cria teve “a difícil tarefa de mamar debaixo de água” enquanto nadava.

A data será também assinalada com o lançamento da segunda temporada do “Encontro com o Biólogo”. A primeira temporada deste programa online e gratuito contou com a participação de cerca de três mil famílias, informa o Jardim Zoológico.

A sessão de dia 3 de maio será “dedicada às progenitoras mais incríveis do Reino Animal”.

Segundo o Zoo, “nesta sessão poderá conhecer fêmeas que têm a capacidade de parar o desenvolvimento do feto quando, por exemplo, há falta de alimento na natureza, e outras que, na ausência de machos, se conseguem reproduzir assexuadamente, de forma a não colocar em causa a sobrevivência da espécie”.

Ao longo do mês de maio, o publico poderá também votar o nome da nova cria de golfinho-roaz. Há três nomes à escolha. Tejo, Arade e Troia representam as zonas onde esta espécie de mamífero está presente em Portugal.

Segundo o Zoo, “a crescente degradação do habitat devido à poluição, o consumo insustentável de pescado e o aprisionamento em redes de pesca são as principais ameaças à sobrevivência do Golfinho-roaz. O desaparecimento dos roazes do Sado constituiria uma grave perda para o ecossistema do qual fazem parte, e para a biodiversidade à escala nacional. Esta é considerada uma população estuarina única”.

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