Tempo
|
A+ / A-

Colecção Berardo fica mais seis anos no CCB

22 nov, 2016 - 07:47

Novo acordo, que garante a permanência de mais de 900 peças, é assinado na quarta-feira.

A+ / A-

Um acordo entre o Ministério da Cultura e Joe Berardo vai permitir que a Colecção Berardo se mantenha no Centro Cultural de Belém (CCB) por mais seis anos.

Segundo o jornal “Público” desta terça-feira, o Governo e o empresário chegaram a acordo sobre a continuidade da colecção no CCB, prevendo renovações automáticas a partir de 2022, "se não for denunciado por nenhuma das partes".

Joe Berardo e o gabinete do Ministério da Cultura confirmaram ao jornal o fecho das negociações que começaram antes do Verão. A assinatura da "adenda ao acordo de 2006" será feita quarta-feira.

Quanto ao conteúdo do protocolo, o Ministério da Cultura adiantou apenas que caberá à Fundação Berardo decidir se as entradas continuarão a ser gratuitas.

Segundo o “Público”, a Fundação Berardo "vai passar a assumir as despesas da bilhética e fica obrigada a garantir entradas grátis pelo menos um dia por semana".

A adenda obtida pelo ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, "garante que as mais de 900 obras do Museu Colecção Berardo, instalado no CCB desde Junho de 2007, vão ficar exactamente onde estão, pelo menos até ao final de 2022".

O museu celebrou nove anos em Junho passado, com mais de seis milhões de visitantes das exposições permanentes e temporárias.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Dr Xico
    22 nov, 2016 Lisboa 09:38
    Tomara Portugal ter mais mecenas como Berard. O homem terá de ter algum lucro no negócio, para os nervosos tudo é vigarice ou negociatas, Talvez prefiram ter VIPs como a Lili Caneças ou os Espirito Santo, vigaristas e malandros
  • Jose Moutinho
    22 nov, 2016 Porto 08:56
    Quando paga o que deve á CGD? E continua a fazer negócios com o Estado..... Pais de ladrões

Destaques V+