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Pelo menos oito mil jovens militares vão à JMJ 2023 Lisboa

02 dez, 2022 - 17:38 • Ângela Roque

“É impressionante a adesão”, diz o bispo das Forças Armadas e de Segurança, que elogia o acolhimento das chefias militares às iniciativas relacionadas com a Jornada Mundial da Juventude. Esta sexta-feira, os símbolos da JMJ - a Cruz e o ícone Mariano - foram acolhidos na base militar do Alfeite, no início do périplo que vão fazer ao longo de dezembro pela diocese castrense.

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Pelo menos oito mil militares irão como peregrinos à Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, em Agosto do próximo ano. O número foi revelado esta sexta-feira pelo bispo das Forças Armadas e de Segurança (FAS), D. Rui Valério. O prelado diz que há uma grande adesão ao evento por parte de vários países.

“Estamos a contar, por alto, que só militares estarão oito mil, oriundos de diversas partes do mundo. Sobretudo nos países onde já decorreram Jornadas Mundiais da Juventude, é impressionante a adesão, em termos numéricos, dos jovens desses países que vêm”, afirmou o bispo, que entre a Europa e o Brasil já recebeu confirmação de várias delegações.

“Estive há pouco tempo em Itália, e o próprio arcebispo virá com todos os seminaristas - porque eles lá têm seminaristas para capelães - e nos dias de permanência em Lisboa tencionam contactar muito diretamente com os nossos capelães e com os nossos militares. O meu homólogo brasileiro também já me fez chegar que tenciona vir com centenas de militares”, referiu, indicando ainda que de França virão “centenas de bombeiros”, um ramo profissional que naquele país também integra a diocese castrense.

De acordo com D. Rui Valério, durante a JMJ, dia 2 de agosto de 2023, haverá um encontro para todos os jovens militares que vierem a Lisboa, e a diocese das FAS está a preparar-se para receber, em várias das suas instalações, jovens oriundos de outras partes do mundo.

O bispo das Forças Armadas e de Segurança falava na base Militar do Alfeite, que esta sexta-feira acolheu os símbolos da Jornada Mundial da Juventude - a Cruz e o Ícone Mariano -, que ao logo de dezembro vão percorrer vários pontos da diocese. Só ainda não se sabe se irão visitar também os militares em missão no estrangeiro.

“A ida às forças militares destacadas ainda está em aberto” devido às “condições geoestratégicas que estão a acontecer no mundo… Até nisso a nossa diocese é uma realidade muito sui generis”, sublinhou. Mas, fez questão de elogiar o apoio e a abertura das chefias militares para corresponderem ao que esta iniciativa exige.

“As chefias das Forças Armadas e de Segurança têm sido incansáveis em vir ao encontro de tudo o que é necessário. A partir de hoje os símbolos irão calcorrear o pais inteiro, e existe da parte das chefias uma grande abertura e uma sintonia completa e total”, referiu D. Rui Valério, em declarações enviadas à Renascença pela comunicação da JMJ.

Ao longo de dezembro os símbolos vão percorrer várias unidades operacionais, formativas (como o Colégio Militar e os Pupilos do Exército) e hospitalares dos vários ramos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Força Aérea) e de Segurança ( GNR e PSP).

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