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“Semana Vermelha” ilumina edifícios alertando para perseguição dos cristãos

02 nov, 2022 - 09:04 • Olímpia Mairos

Se vir um monumento ou edifício público iluminado a vermelho é porque aderiu à “Red Week” - uma semana que é um alerta para a situação dos cristãos perseguidos no mundo, muitos deles mortos por ódio à fé.

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A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre vai promover ao longo deste mês a iniciativa “Semana Vermelha”, ou “Red Week”, que visa chamar a atenção das pessoas em todo o mundo para a questão, tantas vezes ignorada, da perseguição aos cristãos. O objetivo, segundo a fundação pontifícia, é combater a indiferença.

Neste contexto, estão previstas diversas iniciativas, em Portugal e em praticamente em todos os países onde a Fundação AIS tem secretariados que visam sensibilizar a opinião pública para esta questão, nomeadamente através do lançamento oficial do relatório “Perseguidos e esquecidos?”, um estudo produzido de dois em dois anos a nível internacional pela Ajuda à Igreja que Sofre.

O relatório, que aborda a situação dos cristãos perseguidos no mundo, vítimas da intolerância religiosa e do ódio à fé, é um dos documentos mais importantes produzidos com a chancela da Fundação AIS e permite compreender em pormenor como é que tem evoluído a violência contra a comunidade cristã.

De acordo com a AIS, além da apresentação do relatório, centenas de igrejas e monumentos vão ser iluminados de vermelho em algumas das principais cidades do Planeta como sinal dessa violência e do martírio que as comunidades cristãs sofrem em várias regiões do globo. Será assim em Portugal, Áustria, França, Alemanha, Brasil, Austrália, Itália, Reino Unido, ou Canadá, entre muitos outros países.

Em 2021, a Basílica dos Congregados, em Braga, e o Monumento ao Cristo Rei, em Almada, na Diocese de Setúbal, foram dois dos monumentos que estiveram iluminados de vermelho, simbolizando a cor do sangue dos mártires, tendo decorrido também em várias paróquias e movimentos em Portugal, momentos de oração pelas vítimas da perseguição religiosa no mundo.

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