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“Quem somos e para onde vamos”. Colégio católico mostra-se na ExpoColgaia

28 abr, 2022 - 18:14 • Henrique Cunha

O encontro de três dias junta alunos e comunidade num são convívio.

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Está a decorrer até dia 30 de abril, a edição XXV da ExpoColgaia, uma iniciativa do Colégio de Gaia que pretende promover a instituição católica junto da comunidade.

Nas palavras do seu diretor, o padre António Barbosa Ferreira, a iniciativa “é a linguagem com que agarramos a arquitetura de dizermos quem somos e para onde vamos, com vontade desmedida de vencer”.

Na apresentação do evento, que começou esta quinta-feira e que vai terminar no sábado, o responsável manifestou também a vontade de que a ExpoColgaia promova “novos saberes, que nos tornam mais capazes e nos ajudam a encontrarmos o sentido da vida”.

Por sua vez, em declarações à Renascença, Tiago Carvalho, diretor pedagógico do Colégio de Gaia, sublinhou a importância da iniciativa que pretende “mostrar à comunidade” o que se faz na instituição.

Para o responsável “os três dias de festa em que se juntam os alunos e se convida a comunidade” dá a oportunidade à instituição de “explicar a qualidade do seu ensino que confere uma dupla certificação aos alunos do décimo segundo” e que no seu ponto de vista "abre um leque de vantagens no acesso à universidade e no acesso ao emprego".

“É uma oferta muito rara no nosso país, que é de planos próprios com cursos que conseguem conferir uma dupla certificação. Ou seja, os alunos que terminam o décimo segundo ano terminam tal como se tivessem concluído um curso cientifico-humanístico e tal como se tivessem concluído um curso profissional, o que lhes abre um leque de vantagens fantástico no acesso à universidade e no acesso ao emprego”, acrescenta.

O responsável afirma, por outro lado, que a instituição dá "respostas para todo o tipo de aluno que vive na indecisão".

O Colégio de Gaia, escola Católica conta atualmente com mais de 1.400 alunos, e “tem uma dupla valência ao nível do ensino privado”.

De acordo com Tiago Carvalho, existe “o ensino particular e cooperativo até ao 9º ano e que, portanto, é pago”. Depois, remata, “temos o ensino que é completamente gratuito, o secundário, onde somos financiados diretamente por fundos europeus”.

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