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Fátima. D. Edgar Peña Parra preside à peregrinação de maio

27 abr, 2022 - 11:13 • Olímpia Mairos

Arcebispo venezuelano, diplomata da Santa Sé desde 1993, Peña Parra é o atual substituto da Secretaria de Estado do Vaticano. Peregrinação de maio marca o regresso dos peregrinos ao Santuário sem as restrições da pandemia.

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O arcebispo venezuelano D. Edgar Peña Parra, substituto da Secretaria de Estado do Vaticano, vai presidir à Peregrinação Internacional Aniversária de maio, em Fátima.

Peña Parra, de 62 anos, é diplomata da Santa Sé desde 1993. Atual substituto da Secretaria de Estado do Vaticano, serviu como Núncio Apostólico no Paquistão, entre 2011 e 2014, e em Moçambique, de 2014 a 2018.

De acordo com o Santuário, a peregrinação “marca o regresso de uma série de iniciativas próprias das peregrinações de verão como o acolhimento dos doentes e dos peregrinos a pé”.

“Nos últimos dois anos devido à pandemia não foi possível oferecer estes dois serviços por razões sanitárias, mas este ano, mantendo alguma prudência como o uso da máscara no posto de socorros e no lava-pés, o Santuário e o seu grupo de voluntários já acolherá estes dois grupos de peregrinos”, lê-se no site da instituição.

Também os peregrinos estrangeiros terão a oportunidade de participar nas missas celebradas nas sete línguas oficiais do Santuário de Fátima, na Capelinha das Aparições.

“A missa dos doentes e a vigília na noite de 12 para 13 são outros momentos celebrativos que irão voltar este verão, que ficará marcado como o do regresso a uma certa normalidade, sem restrições na ocupação do espaço e com as celebrações tradicionais da Procissão das Velas e Procissão do Adeus”, acrescenta a publicação.

O Santuário apela, no entanto, a que durante as celebrações sejam mantidas algumas cautelas, nomeadamente o distanciamento físico entre as pessoas.

Para já, estão inscritos nesta peregrinação 65 grupos: 23 de Portugal, 11 de Itália, cinco do Brasil, quatro dos EUA, três do México, três da Alemanha, dois da Polónia, dois de Espanha, enquanto a Áustria, Cabo Verde, Coreia do Sul, El Salvador, Equador, Gibraltar e Panamá têm um grupo cada registado.

“Já é uma diversidade mais próxima do período antes da pandemia, ainda assim muito aquém em termos numéricos do que era hábito”, assinala o Santuário, acrescentando que o número “ainda deverá crescer, na medida em que todos os dias, se inscrevem grupos para diferentes alturas do ano".

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