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IPSS canónicas e misericórdias de Braga reúnem-se com os olhos postos no pós-pandemia

12 out, 2021 - 10:31 • Olímpia Mairos

O encontro anual surge numa altura em que se pretende “dar o salto por cima do ‘furacão’, como meio de congregar vontades e propor alternativas para que aqueles que mais precisam de ajuda não sejam afetados”, explica o Departamento Arquidiocesano para as IPSS Canónicas e Misericórdias.

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As Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) canónicas e as misericórdias da Arquidiocese de Braga vão reunir-se em encontro anual na quinta-feira, dia 14 de outubro, presidido pelo arcebispo primaz de Braga, D. Jorge Ortiga.

Segundo o Departamento Arquidiocesano para as IPSS Canónicas e Misericórdias, o encontro surge numa altura em que se pretende “dar o salto por cima do ‘furacão’ chamado pandemia, que abalou a estabilidade e a fragilidade de instituições e dos utentes, como meio de congregar vontades e propor alternativas para que aqueles que mais precisam de ajuda não sejam afetados”.

O encontro terá início às 10h00, no Espaço Vita, e vai concentrar-se em dois temas.

O diretor do Secretariado Diocesano de Pastoral, padre Sérgio Torres, falará sobre “a importância dos planos de ação e atividades para as IPSS’s Canónicas” e a presidente da ACEGE (Associação Cristã de Empresários e Gestores/Minho), Fátima Amorim, refletirá sobre “o que ter em conta na elaboração dos orçamentos das IPSS”.

“São dois temas de extrema importância para que as IPSS fiquem munidas de instrumentos necessários, que as capacitem a programar o próximo ano, que se prevê de alguma dureza e cheio de dificuldades”, refere o Departamento Arquidiocesano para as IPSS Canónicas e Misericórdias em comunicado.

O documento assinala que muitas das instituições “enfrentam dificuldades nunca antes colocadas”, porque “os fiéis e muitos beneméritos, que até agora têm sido o suporte local de muitas instituições, quer pelo seu voluntariado, quer pela generosidade financeira, também eles começaram a enfrentar várias dificuldades que merecem a nossa atenção e apoio”.

“‘Onde há amor, nascem gestos’, como lema catalisador, será a proposta de conduta (ação) para todas e todos os que continuam a ter a coragem de não desistir nesta hora de ‘vendavais e desconfianças’ para com as instituições que comungam deste cariz sócio pastoral”, conclui o organismo arquidiocesano.

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