Tempo
|
A+ / A-

D. José Cordeiro desafia os fiéis a serem “construtores da pandemia de esperança”

15 fev, 2021 - 08:50 • Olímpia Mairos

O bispo da Diocese de Bragança-Miranda aponta S. José como modelo dos cristãos e afirma que como ele “somos chamados a ser artesãos de Fé, de Esperança e de Caridade para continuar a enfrentar e a vencer as crises, com coragem criativa e confiança crente”.

A+ / A-

O bispo de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, declara, na sua mensagem para a Quaresma-Páscoa, que “repartir de Jesus Cristo nos caminhos da Missão, neste tempo duro da pandemia, e sermos firmes na fé, alegres na esperança e generosos na caridade é o desafio de hoje e de sempre”.

D. José Cordeiro afirma, depois, que “estamos todos interligados no horizonte da fraternidade universal e da amizade social, que o tempo de pandemia Covid-19 ainda mais nos demanda nos processos da conversão e da missão”.

“Sejamos construtores de uma pandemia de Esperança”, desafia o prelado, questionando logo de seguida se “estaremos dispostos a mudar os estilos de vida pessoal e da pastoral eclesial”.

D. José Cordeiro lembra que a Quaresma-Páscoa é o “tempo favorável que nos sugere algum treinamento pessoal e em família de maturação e consciencialização, renovar a fé, a esperança e a caridade” e apresenta a esmola, o jejum, o silêncio, a oração, a penitência, a renúncia quaresmal, a lectio divina, a adoração eucarística, o rosário e a via-sacra como caminhos a percorrer durante este tempo litúrgico.

O bispo transmontano faz saber que “na consolidação dos processos com os adolescentes e os jovens”, a diocese prossegue “a peregrinação fecunda da busca de Deus na Lectio Divina e adoração eucarística”, em cada sexta-feira da Quaresma.

D. José Cordeiro, na sua mensagem quaresmal, faz também referência à celebração do Dia de S. José, a 19 de março, neste ano especial que lhe é dedicado, considerando-o “um momento deveras significativo durante a Quaresma”.

“Neste dia do pai e dos nossos seminários, seja um especial reconhecimento e gratidão às pessoas comuns, que, como São José e tantos homens e mulheres neste tempo da pandemia, aparentemente escondidos ou em segundo plano, mas que têm um protagonismo sem paralelo na história da humanidade e fazem com que a vida aconteça em cada dia nos muitos serviços e bens essenciais”, pede o responsável pela Diocese de Bragança-Miranda.

D. José Cordeiro lembra que “como São José, somos chamados a ser artesãos de Fé, de Esperança e de Caridade, para continuar a enfrentar e a vencer as crises, com coragem criativa e confiança crente”.

A finalizar a mensagem, o bispo de Bragança-Miranda cita o Papa Francisco para desejar que a Quaresma seja “um percurso de conversão, oração e partilha dos nossos bens, nos ajude a repassar, na nossa memória comunitária e pessoal, a fé que vem de Cristo vivo, a esperança animada pelo sopro do Espírito e o amor, cuja fonte inexaurível é o coração misericordioso do Pai”.
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+