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Arcebispo de Évora: “Pastor próximo, atento e humano. Muito obrigado, D. Maurílio”

19 mar, 2019 - 19:50 • Rosário Silva

Neste testemunho, à Renascença, o arcebispo anuncia que “Évora quer receber os restos mortais de D. Maurílio com um sentido de gratidão e homenagem.”

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O arcebispo de Évora lembrou hoje D. Maurílio de Gouveia como “o Pastor próximo, atento e humano” que “ficou no coração do povo alentejano e do povo ribatejano.”

No testemunho gravado pela Renascença, D. Francisco Senra Coelho quis “prestar-lhe uma homenagem de gratidão e memória”, por todo o serviço que concedeu à diocese alentejana, entre 1981 e 2008, “num período de grandes transformações”, enquanto arcebispo.

D. Maurílio “teve um olhar atento a cada pessoa, próximo, jovial, alegre, com uma inteligência muito viva e com uma palavra muito arguta”, sublinhou e soube “ajudar-nos a viver as circunstancias que a história nos foi reservando.”

O prelado lembra que o arcebispo emérito “empreendeu um conjunto de visitas pastorais”, aproximando-se de todas as realidades” e soube “abraçar cada circunstancia, cada pessoa, cada momento.”

D. Francisco Senra Coelho transmite “à diocese do Funchal a nossa gratidão pelo bispo e pelo homem que nos concedeu”, manifestando “o nosso sentimento de profunda e eterna estima à sua família e a todo o presbitério madeirense a que ele pertenceu.”

Neste testemunho, o arcebispo anuncia que “Évora quer receber os restos mortais de D. Maurílio com um sentido de gratidão e homenagem”, vivendo a comunhão desta unidade da Igreja com o seu arcebispo emérito naquilo que nos deu sempre e que foi a amizade e o testemunho de vida.”

D. Francisco recorda “a situação dolorosa de uma longa agonia consciente”, vivida nos últimos tempos “que ele ofereceu pela Igreja, pelo papa e pela arquidiocese. “

D. Maurílio de Gouveia foi um “pai espiritual com uma vida fecunda” e morreu precisamente neste dia de São José: “Entregou a vida a Deus, pelas 14 horas, próximo da hora de Noa, dando a vida pelo papa”.

“Muito obrigado D. Maurílio. Que descanse em paz, na misericórdia do bom Deus”, finaliza o arcebispo de Évora.

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