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Legislativas 2024

⏱️ A campanha em 37 segundos. Vasos, votos e vitórias aos nove dias de viagem eleitoral

04 mar, 2024 - 21:10 • Ana Kotowicz

Segunda semana de campanha arranca com uma nova tentativa de agressão a um candidato e uma acusação de fraude eleitoral feita por outro.

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3, 2, 1... 🚀

Aconteceu nas últimas horas de campanha:
  • Fast forward. Mariana Mortágua chamou “aprendiz de Bolsonaro” a Ventura (que denunciou um tweet bloquista que ameaçava anular votos no Chega). Rui Tavares atacou o discurso de ódio de "aprendizes de feiticeiro" da extrema-direita, enquanto Inês Sousa Real acusou o Chega de fazer ruído ao estilo de Trump. E como quem desenha um Tratado de Tordesilhas, Paulo Raimundo dividiu a campanha entre quem quer e não quer destruir o SNS. Montenegro acredita que não precisa de apelar à maioria, porque a vitória parece garantida, e Pedro Nuno Santos tirou uma cantiga de Sérgio Godinho do bolso para defender "paz, pão, saúde, educação". Rui Rocha arriscou e foi à terra do socialista apelar ao voto na IL.

🚨 E se só tiver tempo para ler uma coisa... Descubra o que defendem os pequenos partidos, aqueles que costumam estar mais longe das páginas de jornais. Os jornalistas Alexandre Abrantes Neves e Ana Fernandes Silva falaram com uma dezena daqueles que, da esquerda à direita, tentam estrear-se no parlamento. Há soluções para tudo, da habitação aos impostos, passando pela mobilidade e imigração.

🔥 Enquanto isso, nos bastidores:

  • Não foi na segunda-feira, mas no domingo. Depois da lata de tinta atirada a Montenegro, foi um vaso que um popular atirou contra o desfile do PS, em Guimarães. Começou por fazer gestos obscenos, acabou a atirar o vaso, a que os simpatizantes socialistas responderam com o arremesso de uma bandeira e um guarda-chuva. Pedro Nuno Santos - que, ao contrário de Montenegro, não foi atingido - apelou à serenidade.

⚠️Se lhe passou despercebido...

Acima dos 40% é por onde a abstenção tem andado nas eleições dos últimos anos. E o que leva alguém a não ir votar? Para tentar perceber o motivo, os jornalistas Tomás Anjinho Chagas e Isabel Pacheco visitaram dois lugares onde os votos são escassos - Ribeira Grande, nos Açores, e Fiães, em Melgaço. Em contraciclo, encontraram Vila do Rei, o concelho onde mais se vota em Portugal.

📌OS NOSSOS DESTAQUES

  • O que dizem (e não dizem) os programas eleitorais sobre a inflação?
  • O que dizem (e não dizem) os programas eleitorais. Tirar um curso superior vai ficar mais barato?
  • Como estão as listas de candidatos destas eleições?
  • Do "imposto único" às "parcerias público-privadas" na habitação. O que propõem os partidos sem assento parlamentar?
  • Fact Check: "80% dos cheques-cirurgia ficam por utilizar." Verdade ou mentira?
  • Nem todos os partidos estão a cumprir a lei da paridade. As listas para as legislativas à lupa
  • CNE vai analisar suspeitas sobre tentativa de anulação de votos
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