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Cravinho “desconhecia termos do contrato” com Marco Capitão Ferreira

21 jul, 2023 - 16:43 • Redação

"Eu não conhecia o professor Marco Capitão Ferreira antes de exercer funções de ministro da Defesa Nacional", afirma o ministro João Gomes Cravinho.

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O ministro João Gomes Cravinho desmente ter participado na decisão de contratar Marco Capitão Ferreira ou de conhecer os termos do contrato para uma assessoria ao Ministério da Defesa, em 2019, por 61 mil euros.

O antigo ministro da Defesa e atual ministro dos Negócios Estrangeiros, bem como a atual ministra da Defesa, Helena Carreiras, estão a prestar esclarecimentos na Comissão Parlamentar de Defesa.

“A decisão de contratar foi, única e exclusivamente, da DGRDN [Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional] e do seu diretor-geral, assim como os termos do contrato, seja a duração ou o valor, são da exclusiva responsabilidade do diretor-geral e do professor Marco Capitão Ferreira”, declarou João Gomes Cravinho.

O ministro garante que “desconhecia os termos do contrato estabelecido”.

“Desminto formalmente a afirmação feita pelo senhor deputado André Ventura que, aparentemente, se baseia no título de um jornal”, afirmou João Gomes Cravinho.

O governante adiantou que, nessa altura, ainda não conhecia Marco Capitão Ferreira, que mais tarde viria a ser secretário de Estado da Defesa.

"Eu não conhecia o professor Marco Capitão Ferreira antes de exercer funções de ministro da Defesa Nacional. Ao entrar em funções, rapidamente me apercebi de que ele era uma das raras pessoas com conhecimento aprofundado nesta área muito especializada. A sua designação para presidente da idD ficou a dever exclusivamente à sua trajetória académica e profissional, com uma estreita ligação às indústrias de defesa e também ao seu exercício de funções de responsabilidade", afirma João Gomes Cravinho.

Comentários
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  • Manuel Ferraz
    22 jul, 2023 Vila Nova de Gaia 20:47
    Este nunca sabe de nada. Aliás os colegas dele são iguais sofrem todos de amnésia. Depois dizem que os portugueses desinterassam-se pela política. Ninguém devia votar.

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