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​Ministra defende contratação de adjunto. "Procedimentos foram seguidos"

10 nov, 2022 - 15:03 • Ricardo Vieira

Mariana Vieira da Silva sublinha que as funções em gabinetes ministeriais têm "dimensões técnicas e dimensões políticas".

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A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, garantiu esta quinta-feira que todas as regras foram cumpridas na contratação de um adjunto para o seu gabinete.

Questionada pelos jornalistas no final do Conselho de Ministros, Mariana Vieira do Silva respondeu à polémica contratação de Tiago Cunha, um jovem de 21 anos que acabou recentemente o curso de Direito e que vai ganhar cerca de quatro mil euros brutos por mês.

“Existe uma legislação, desde 2012, que diz tudo o que há a dizer sobre a constituição dos gabinetes: os critérios de seleção, o pagamento que é devido a cada adjunto, secretário, motorista, a forma de publicitar estes contratos e o calendário em que ele deve ocorrer”, começou por referir a ministra da Presidência.

Mariana Vieira da Silva prosseguiu com a garantia de que “todos estes procedimentos, neste e noutros casos, foram seguidos".

A governante sublinha que as funções em gabinetes ministeriais têm "dimensões técnicas e dimensões políticas, que é o trabalho que um gabinete de um ministro também faz".

"Sobre isso não direi mais nada hoje. Estas decisões dizem respeito a mim e não ao Governo, como um todo”, concluiu a ministra da Presidência.

Comentários
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  • João
    10 nov, 2022 Vila Nova de Gaia 16:12
    Simplesmente triste. Daqui a uns anos vão queixar- se do surgimento de governos populistas. Espero que esses governos vos saquem tudo e vos ponham na prisão. PARA SEMPRE
  • Escrutínio precisa-s
    10 nov, 2022 Mas não da AR 16:11
    A Legislação e as regras foram estabelecidas pelos políticos, com os devidos alçapões para branquear casos destes, quando os governos são apanhados em falso. Invocar que "a Lei foi cumprida" não passa da desculpa da praxe, quando se é "caçado". Os políticos são todos cúmplices nestas situações. Faz falta um órgão isento com poder para intervir, ou uma Sociedade Civil atenta, escrutinadora, e que não pactue com estas situações, porque do escrutínio da AR... estamos conversados!
  • Maria Oliveira
    10 nov, 2022 Lisboa 15:40
    A ausência de vergonha é o maior sinal da degradação do regime.

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