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Montenegro acusa Governo de “acumular de casos" e degradar ambiente político

05 out, 2022 - 12:47 • Marta Pedreira Mixão Redação

Luís Montenegro falava aos jornalistas no final da cerimónia oficial das comemorações do 112º aniversário da implantação da República em Portugal.

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O presidente do PSD defendeu esta quarta-feira, quando falava aos jornalistas no final da cerimónia oficial das comemorações do 112º aniversário da implantação da República em Portugal, que há um “acumular de casos, de descoordenação, de dúvidas”, que envolveram o Governo nos últimos meses, que “contribuem para degradar o ambiente político” e afastou-se de qualquer proximidade a movimentos de extremismo.

"O acumular de casos de descoordenação, de duvidas que, infelizmente, têm envolvido o Governo nos últimos meses contribuem para degradar o ambiente politico e de confiança que os cidadãos têm nos seus dirigentes", acusou.

Luís Montenegro sugeriu ainda que "o Governo tem de deixar de estar à deriva e concentrar-se em responder naquilo que afeta realmente as pessoas – a oferta de serviços públicos de qualidade em áreas essenciais como a saúde, a educação, a cultura, o desporto, áreas que dão qualidade de vida às pessoas no dia-a-dia e, naturalmente, ter uma economia suficientemente pujante e preparada”.

O presidente do PSD disse também estar de acordo com os apelos do Presidente da República, que falou sobre governos que "tendem quase sempre a ver-se como eternos", das oposições "quase sempre a exasperarem-se pela espera" e que "nada é eterno".

“Vejo nisso um apelo forte do Presidente da República a todos os agentes políticos: Aos que governam, para terem políticas transformadoras, reformistas que possam resolver os problemas com que os portugueses se deparam no dia-a-dia; às oposições, para a assunção da responsabilidade da exigência, do escrutínio, da fiscalização e da criação de alternativas”, indicou Montenegro.

"Não podia, na parte da oposição, estar estar mais de acordo, como não posso estar mais de acordo naquele que é um incentivo a que os dirigentes governativos possam resolver e concentrar-se nos problemas reais das pessoas e menos em manobras de distração, que muitas vezes é aquilo que se sucede", afirmou.

Montenegro recusou ainda qualquer proximidade a movimentos de extremismo político: “Temos uma história que fala por nós, não temos nada a ver com movimentos de extremismo político, não temos nada a ver com movimentos fascistas, xenófobos. Escusam de tentar colar-nos a essa ligação, porque ela não existe é uma ficção”.

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