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PSD considera "inaceitável" que Pizarro não corrija erro "imediatamente"

04 out, 2022 - 22:30 • Lusa

Para o PSD, a lei tem de ser aplicada e, se Manuel Pizarro violou a legislação, as consequências "têm de ser aquelas que estão previstas na lei".

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O PSD disse hoje que o ministro da Saúde está a "violar a lei do regime de exclusividade" e considerou "inaceitável" que não corrija o erro "imediatamente", realçando que o governante "sabia perfeitamente" a legislação antes de tomar posse.

"É muito estranho que o novo ministro da Saúde não tivesse aqui noção de que não podia aceitar a sua nomeação para essas funções governamentais, mantendo-se como sócio-gerente de uma empresa na área da saúde", adiantou à Lusa o deputado social-democrata Rui Cristina.

De acordo com o também coordenador da Comissão da Saúde pelo PSD, Manuel Pizarro está a "violar a lei do regime de exclusividade".

"Admitido o lapso, é inaceitável que a situação não seja imediatamente corrigida e este é o exemplo da impunidade que o poder socialista sente no país", acusou Rui Cristina, salientando que "tem de se esclarecer toda a situação".

Para o PSD, a lei tem de ser aplicada e, se Manuel Pizarro violou a legislação, as consequências "têm de ser aquelas que estão previstas na lei".

"O senhor ministro, sabendo da lei da exclusividade, deveria ter deixado de ser sócio-gerente antes de tomar posse. Não deveria ter deixado a situação chegar este ponto. Deveria ter-se precavido para que não acontecesse o que aconteceu, porque sabia perfeitamente quais eram as leis do regime de exclusividade", reiterou.

"Não deixaremos de agir em conformidade para que se possa focar na saúde dos portugueses e nos problemas graves do SNS", acrescentou.

Na segunda-feira, na sequência de uma reportagem da TVI, o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, divulgou um comunicado no qual disse estar "ciente" da incompatibilidade do seu cargo no Governo com a gestão de uma empresa na área da saúde, salientando já ter iniciado "o processo de dissolução da mesma".

Comentários
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  • Sara
    05 out, 2022 Lisboa 09:59
    De fato são todos iguais, com o nível de abstenção no nosso país, deveria ser considerado visto que pertencemos à união europeia, a possibilidade de sermos governados por alguém fora do país, já que os nossos governantes só estão no governo para encher bolsos, fazer favores , empobrecer os portugueses e só pensar nos outros
  • Manuel Ferraz
    05 out, 2022 Vila Nova de Gaia 09:26
    Este senhor nem ministro da saúde devia ser . Entra logo com problemas: Primeiro a incompatibilidade com a esposa agora a incompatibilidade com a empresa. Falta de carácter. Demissão

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