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Congresso do Livre arranca com minuto de silêncio pela paz

05 mar, 2022 - 11:51 • Lusa

Membros do partido fizeram questão de demonstrar solidariedade com as vítimas do conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

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O XII Congresso do Livre arrancou este sábado pelas 10h13, em Coimbra, com os membros a fazerem um minuto de silêncio “pela paz” e em solidariedade com as vítimas do conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

A reunião magna do Livre decorre na sala Mondego, junto ao claustro interior do Convento de São Francisco, em Coimbra, e antes de iniciar os trabalhos o coordenador da mesa da Assembleia, José Azevedo, informou os membros que o partido se reuniu na sexta-feira com a embaixadora da Ucrânia, a quem transmitiu “toda a solidariedade”.

“A mesa propõe ao congresso, antes de iniciar os trabalhos do nosso programa, um minuto de silêncio pela paz, em solidariedade com as vítimas de ambos os lados, de todas as guerras, incluindo esta guerra que nos veio bater à porta e que nos veio colocar perante uma realidade que é enfrentada diariamente por incontáveis números de pessoas pelo mundo todo”, disse.

Momentos antes deste minuto de silêncio, os membros do congresso foram recebidos ao som de gaitas de foles e tambores, numa reunião magna que, segundo a organização, conta com 290 inscritos – 175 presencialmente e 115 à distância.

O Livre inicia hoje em Coimbra o seu XII Congresso, que visa eleger os novos órgãos e terá pela primeira vez duas listas candidatas à direção, com a oposição interna a pedir mais pluralidade de vozes do partido.

A reunião do órgão máximo do partido decorrerá no Convento de São Francisco, em Coimbra, e termina no domingo, com a eleição dos órgãos nacionais para o mandato 2022-2024.

A Rússia lançou, na madrugada de 24 de fevereiro, uma ofensiva militar à Ucrânia e as autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2.000 civis mortos, incluindo crianças. Segundo a ONU, os ataques já provocaram mais de 1,2 milhões de refugiados.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas para isolar ainda mais Moscovo.

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