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Legislativas

Chega critica interesses instalados e elites

28 jan, 2022 - 16:48 • Lusa

André Ventura discursava para militantes e simpatizantes do Chega num almoço-convívio num hotel de cinco estrelas, na Quinta da Marinha.

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O presidente do Chega, André Ventura, afirmou hoje que o seu partido é "o único contra o sistema de interesses", criticando as "elites" que governam o país há 47 anos.

"Só há um partido verdadeiramente contra o sistema de interesses instalados, que é o nosso. Se todos nos querem anular e aniquilar, eu tenho a certeza que o povo português vai dizer que quem manda é o povo e não as elites que nos governam há 47 anos e que têm destruído o país", disse André Ventura.

O líder daquele partido de extrema-direita discursava para militantes e simpatizantes do Chega, que participaram no almoço-convívio do partido no hotel de cinco estrelas The Oitavos, na Quinta da Marinha, em Cascais, com campo de golfe e spa, em que um quarto para uma pessoa em agosto custa entre 314 euros e 1.688 euros por noite.

André Ventura voltou a recordar "os ataques" que o partido que lidera sofreu durante a campanha, salientando que "parecia que o Chega era o adversário de todos os partidos", naquilo que lhe pareceu uma "tentativa" de ser isolado.

"Não sabem como nós sabemos, que sozinhos já estávamos há muito tempo. [...] Termos ficado sozinhos nesta campanha eleitoral ainda nos deu mais orgulho", disse, André Ventura.

Confiante que o partido irá levar "um mar de gente" para o Largo de Camões, em Lisboa, esta tarde, naquela que será a última arruada da campanha, o líder do Chega acredita que o partido terá um grande resultado no dia 30 e que isso poderá ajudar a definir o tipo de direita que possa governar o país. .

"Temos que perceber que tipo de direita é que queremos", salientou, pedindo uma direita "que obrigue a devolver a dignidade dos portugueses, a subir os salários e a descer o IVA da eletricidade".

"Não se deixem enganar com o voto útil no PS ou no PSD. Nós somos os únicos que vamos obrigar [a direita] a fazer reformas que não querem", disse, dirigindo-se aos vários militantes e simpatizantes, no final do almoço-comício, que juntou mais de 200 pessoas naquela unidade hoteleira gerida pela família Champalimaud.

No almoço-comício, houve espaço para música ao vivo com recurso a saxofone, num menu onde a vitela e lombo de outros dias foi substituído por um "fondant de galinha" e "um clássico de suspiro de baunilha e frutos vermelhos".

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