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Legislativas 2022

Rio alerta para risco de novas eleições. Livre diz que voto no PSD leva a "encruzilhada"

08 jan, 2022 - 21:40 • Lusa

O debate entre PSD e Livre foi dominado pelas diferenças entre os dois partidos no modelo económico e social que defendem para o país - em áreas como os impostos, salários e prestações sociais -, com a questão da governabilidade a surgir na reta final.

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O dirigente do Livre Rui Tavares afirmou este sábado que o voto no PSD levará a uma "encruzilhada", com Rui Rio a contrapor que o partido "foi muito claro" sobre cenários de governabilidade para não haver novas eleições em breve.

Rui Rio e Rui Tavares assumiram estas posições num debate na RTP em período de pré-campanha para as eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro, em que os dois protagonistas não estiveram frente a frente, já que o presidente do PSD esteve nos estúdios do Porto e o dirigente do Livre em Lisboa.

O debate foi dominado pelas diferenças entre os dois partidos no modelo económico e social que defendem para o país - em áreas como os impostos, salários e prestações sociais -, com a questão da governabilidade a surgir na reta final.

"Um voto no PSD leva-nos a uma encruzilhada, não sabemos com quem o PSD pretende governar, se com a extrema-direita, mesmo por apoio tácito, se com CDS e IL, se com o PS", criticou o dirigente do Livre, avisando que os entendimentos de Rui Rio com António Costa resultaram em menos debates parlamentares de escrutínio ao Governo.

Na resposta, Rui Rio defendeu que "quem foi muito claro foi o PSD", classificando o debate já realizado entre o secretário-geral do PS, António Costa, e o cabeça de lista do Livre por Lisboa como "uma conversa de amigos", numa demonstração de que "o PS está cada vez mais encostado à esquerda".

"Para nós é muito claro que eu ganhando as eleições, a preferência é obviamente dialogar com o CDS e IL, mas se esse diálogo não der os 116 deputados, eu entendo que o PS deve democraticamente estar disponível para negociar e viabilizar a governabilidade. Eu, em sentido contrário, tenho de ser honesto e fazer o mesmo", afirmou.

Se os partidos não estiverem "abertos ao diálogo", avisou, daqui a seis meses (prazo constitucional durante o qual não pode haver novo sufrágio) o país "estará na iminência de eleições".

"É isto que os portugueses querem, que possamos andar de eleições em eleições, ou querem que tenham abertura ao diálogo?", questionou Rui Rio.

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