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OE/Crise: CDS quer eleições a 9 ou 16 de janeiro e diz que "não será empecilho" à "normalidade democrática"

30 out, 2021 - 17:49 • Lusa

O líder do CDS defendeu hoje que as eleições legislativas devem ter lugar "logo que possível", apontando 09 ou 16 de janeiro, e garantiu que o partido não será um "empecilho à normalidade democrática de Portugal".

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O líder do CDS defendeu hoje que as eleições legislativas devem ter lugar "logo que possível", apontando 09 ou 16 de janeiro, e garantiu que o partido não será um "empecilho à normalidade democrática de Portugal".

Falando aos jornalistas no final da audiência com o Presidente da República, que recebe hoje em Belém os partidos com assento parlamentar para discutir a dissolução da Assembleia da República e a data de eleições antecipadas, Francisco Rodrigues dos Santos reproduziu as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa para afirmar que que as eleições devem ter lugar "logo, logo que possível", "apontando ou para o dia 09 de janeiro ou 16 de janeiro". .

"Entendemos que o país não pode esperar, as eleições legislativas devem ser marcadas o quanto antes, e que a vida interna dos partidos não deve condicionar todo o interesse nacional e a necessidade de termos um Governo estável capaz de iniciar a recuperação social e económica do nosso país", afirmou. .

Um dia depois de o Conselho Nacional do CDS ter concordado em adiar o congresso do partido -- que teria lugar entre 27 e 28 de novembro, e em que Nuno Melo iria disputar a liderança com Francisco Rodrigues dos Santos -- o presidente do partido garantiu que "não será, pela parte do CDS-PP, que o país não terá um Governo o mais rapidamente possível, não terá um orçamento que lhe permita iniciar esta recuperação económica e social do país". .

"O CDS naturalmente não será um problema, não é um empecilho à normalidade democrática de Portugal, e estará assim empenhado em ser parte da solução, comprometendo-se com a participação na construção de uma alternativa política de centro-direita que permita ganhar as eleições e devolver a esperança aos portugueses", indicou. .

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