Tempo
|
Autárquicas 2021
35,31%
142Câmaras
13,79%
70Câmaras
11,28%
29Câmaras
8,05%
18Câmaras
5,63%
18Câmaras
4,13%
0Câmaras
2,61%
0Câmaras
1,53%
5Câmaras
1,17%
0Câmaras
12,34%
11Câmaras
  • Freguesias apuradas: 3057 de 3092
  • Abstenção: 46,08%
  • Votos Nulos: 1,60%
  • Votos em Branco: 2,52%

A+ / A-

OE2021: PCP mantém opções em aberto, mas admite que voto a favor está “mais distante”

21 out, 2020 - 16:04 • Lusa

Líder parlamentar, João Oliveira, insiste que há “insuficiências da proposta do orçamento face às necessidades do país”.

A+ / A-

O PCP admitiu esta quarta-feira que o voto favorável no Orçamento do Estado de 2021 está “mais distante” e insistiu que mantém todas as opções em aberto, como a abstenção e o voto contra.

“O voto a favor está naturalmente mais distante do que as outras duas possibilidades, mas não há nenhuma decisão tomada quanto a isso. Mantém-se a possibilidade de qualquer sentido de voto”, afirmou aos jornalistas, João Oliveira, líder parlamentar do PCP, um dia depois de uma delegação comunista se ter reunido com o primeiro-ministro, António Costa, na terça-feira à tarde.

A uma semana da votação na generalidade, na Assembleia da República, o Governo ainda não tem garantida aprovação do Orçamento do Estado de 2021, estando em conversações com o BE, PCP, PEV e PAN.

Sem nenhum calendário fixado para tomar uma decisão, até 28 de outubro, dia da votação na generalidade e quando terá de ter uma posição, João Oliveira insistiu que há “insuficiências da proposta do orçamento face às necessidades do país”.

Sem comentar propostas feitas pelo executivo, o líder da bancada comunista afirmou que o que “falta saber é verdadeiramente qual a perspetiva que o Governo tem para a resposta global para esses problemas, dentro do Orçamento do Estado e fora dele”.

Problemas que, exemplificou, a pandemia de covid-19 agravou na saúde e que o levaram a dizer ser essencial “mais investimento público e contratação de trabalhadores para os serviços públicos”.

A “situação grave” do país não “permite que se considerem duas ou três medidas e quatro ou cinco alterações para se dizer” que é possível “descansar que o OE vai dar resposta aos problemas”, afirmou ainda.

“Não é possível achar que os problemas se resolvem sem gastar dinheiro”, disse João Oliveira, insistindo que “é preciso gastar dinheiro do Orçamento do Estado para resolver os problemas”, por exemplo, com as dificuldades no acesso às consultas, a tratamentos ou com a sobrecarga com os profissionais de saúde ou ainda com a falta de pessoal nas escolas.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+