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​D. Américo Aguiar: Temos de proporcionar aos jovens a "possibilidade de concretizar os sonhos"

01 jun, 2023 - 09:16 • Ricardo Vieira

Presidente do conselho de gerência do Grupo Renascença Multimédia na abertura da Conferência "Mundo em transição - O poder dos jovens na mudança global", que decorre no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

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A sociedade tem de proporcionar às crianças e jovens "a possibilidade de lutarem, de sonharem e de, com poesia, serem capazes de concretizar os sonhos", defende D. Américo Aguiar, presidente do conselho de gerência do Grupo Renascença Multimédia.

Na abertura da Conferência "Mundo em transição - O poder dos jovens na mudança global", no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, uma iniciativa da Renascença em parceria com a Santa Casa da Misericórdia, o bispo auxiliar de Lisboa começou por citar palavras do Papa Francisco aos jovens peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que decorre em Lisboa, entre 1 e 6 de agosto.

"Temos que ser capazes de sonhar. O Papa pede que os jovens da JMJ sejam sonhadores, lutadores e poetas. Tem que ser esse o nosso ADN: lutar, sonhar e botar poesia nas coisas", afirma D. Américo Aguiar.

O presidente do Grupo Renascença Multimédia refere um relatório da relatório da APAV, sobre crianças em risco, para defender que a sociedade tem que proporcionar aos mais jovens a "possibilidade de sonhar".

D. Américo Aguiar deixou, também, um agradecimento à Santa Casa da Misericórdia, "que vai correspondendo às boas causas", com "novas respostas para os novos problemas" e por, "em cada tempo, ser capaz de dar resposta aos novos problemas, que se cruzam sempre com os jovens e a juventude".

"Todos nós somos crianças, a carroçaria é que se vai alterando, mas somos sempre os mesmos. Somos crianças com sonhos, temos que lutar por eles e devemos ser, dentro do possível, poetas e poetisas", rematou o bispo auxiliar de Lisboa e presidente da Fundação JMJ 2023.

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  • Anastácio José Marti
    01 jun, 2023 Lisboa 10:22
    Como pode ter algum jovem o sonho de se realizar profissionalmente e ser autónomo e independente economicamente em Portugal, quando, o mesmo jovem, no mesmo país, assiste e tem conhecimento, de que ainda hoje, 1/6/2023, este mesmo país, continua a impedir vários trabalhadores portugueses DEFICIENTES, QUE APESAR DE licenciados HÁ TRINTA ANOS, CONTINUAM A SER IMPEDIDOS POR QUEM OS DIRIGE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE INGRESSAREM NA CARREIRA DE TÉCNICO SUPERIOR, pelos que em nome de Portugal assim os fingem dirigir? São estas as formas de algum dia o país dignificar quem trabalha e o ainda Primeiro Ministro que várias vezes afirmou à boca cheia de que ninguém ficaria para trás, aqui tem um exemplo perfeito, que prova bem que a sua promessa nunca foi cumprida, em particular para com os trabalhadores DEFICIENTES, os quais, apesar de pertencerem á população mais vulnerável do país, são assim profissionalmente queimados, ilegal, imoral, desumanamente o que de ética profissional nada teve, tem ou terá alguma vez.

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