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Inundações em Lisboa. Marcelo lamenta morte de mulher em Algés e aponta falta de obras estruturais

08 dez, 2022 - 01:44 • Lusa

Em declarações aos jornalistas em Alcântara, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, sublinhou que foi aprovada esta quarta-feira em Assembleia Municipal de Lisboa a "obra dos túneis de drenagem".

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O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa lamentou hoje a morte de uma mulher devido às inundações na região de Lisboa, destacando a necessidade de serem realizadas "obras estruturais" para o escoamento de águas.

"Estava fora de Lisboa e fiquei surpreendido. O problema é mais vasto do que Lisboa, mas em Lisboa, ao final da tarde, início da noite, percebi que a situação estava mais grave", sublinhou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas na zona de Alcântara.

Marcelo Rebelo de Sousa endereçou os sentimentos à família da mulher que morreu na noite de quarta-feira na zona de Algés, Oeiras, devido à inundação da sua habitação.

O chefe de Estado sublinhou também que as inundações devido às chuvas fortes que atingiram a capital portuguesa mostram a necessidade de serem realizadas "obras estruturais".

Também presente em Alcântara, o presidente da câmara de Lisboa, Carlos Moedas, salientou que foi aprovada esta quarta-feira em Assembleia Municipal de Lisboa a "obra dos túneis de drenagem".

"Fala-se desta obra há 20 anos. Vai começar em março e vamos evitar estas cheias de uma vez por todas. Estará pronta em 2025 e são dois túneis, um de Campolide até Santa Apolónia e outro entre Chelas e o Beato", explicou Carlos Moedas, que, esta quinta-feira vai dar uma conferência de imprensa, marcada para as 10h00, na Câmara de Lisboa.

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