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Terras de Trás-os-Montes quer saber que água há na região

04 ago, 2022 - 09:48 • Olímpia Mairos

Autarcas defendem que “o investimento no regadio é determinante para o futuro da agricultura, para o desenvolvimento da economia e para o aumento da coesão territorial, constituindo-se também como uma das medidas de mitigação dos efeitos das alterações climáticas”.

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Numa altura em que a falta de água afeta vários concelhos transmontanos, e não só, a CIM Terras de Trás-os-Montes está a lançar um concurso público para estudar o potencial hidroagrícola desta região.

“Trata-se de um passo importante para a implementação de uma estratégia integrada neste campo, garantido a competitividade do setor agrícola”, explica o conselho intermunicipal em comunicado.

A ideia é identificar as disponibilidades hídricas nos nove concelhos que integram a CIM das Terras de Trás-os-Montes, visando a beneficiação por regadio das zonas agrícolas destes concelhos e procedendo à análise da sua valia agroeconómica.

“Para além disso pretende-se também identificar as culturas e áreas a submeter a regadio, e avaliar soluções técnicas para infraestruturar essas áreas em conjunto com outras possíveis utilizações, numa perspetiva de usos múltiplos”, acrescenta o documento.

O estudo, que vai custar cerca de 153 mil euros, deverá estar concluído até ao final de junho de 2030. Tem financiamento do Programa Operacional do Norte 2020 e abrange os concelhos de Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais.

Planos de regadio para dinamizar a produção vegetal

Segundo a comunidade intermunicipal, o concurso vai ao encontro da estratégia das Terras de Trás-os-Montes no âmbito da competitividade e coesão, e visa “elaborar e implementar um plano de regadios, envolvendo a construção, requalificação e gestão integrada de regadios com o objetivo de dinamizar a produção vegetal e, em particular, os produtos hortícolas e frutícolas”

Para os nove autarcas da CIM das Terras de Trás-os-Montes, o investimento no regadio “é determinante para o futuro da agricultura, para o desenvolvimento da economia e para o aumento da coesão territorial, constituindo-se também como uma das medidas de mitigação dos efeitos das alterações climáticas”.

De acordo com a CIM Terras de Trás-os-Montes, sete dos nove concelhos estão incluídos em áreas classificadas como “suscetíveis de desertificação e com carência de regadio elevada ou muito elevada a elaboração deste estudo é fundamental para potenciar o desenvolvimento sustentável da agricultura, contrariando a desertificação a que o território está exposto”.

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  • EU
    04 ago, 2022 PORTUGAL 12:02
    Dizem LÁ para LISBOA que lá para Trás DOS Montes os Bisavós, os Avós e os Pais dos Transmontanos eram FEIOS, DESDENTADOS e que nunca viram o MAR. Disse isso o cantor de nome ZÉ que nasceu na Chamusca. Pois é, ao ler o que nos é mostrado em cima, EU direi que os Homens do CIM(A), se calhar dão razão ao artista CID. Então os AUTARCAS não sabem o VOLUME de água que as SUAS áreas geograficas têm? É preciso vir CÁ Pessoal de fora do Pais para dizerem que TRÁS OS MONTES é das melhores zonas hídricas do País? Quando se pensou na Barragem do Sabor, vieram a terreiro meia duzia de ILUMINADOS dizerem que estava em causa um CRIME ambiental. Agora querem ÁGUA e vão a BANHOS para as praias do Algarve, pois a POTÁVEL foi lá parar idas de Trás DOS Montes, não é verdade? Estudem GEOGRAFIA, onde nos ensinavam o TERRITÓRIO PORTUGUÊS e depois vejam como os RIOS são tão MAL TRATADINHOS. É caso para EU dizer, não vale a pena CHOVER no molhado ou não adianta estar aqui a falar para quem não quer LER. Se quiserem ÁGUA eu vendo e barata.

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