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Covid-19

Quarta dose para idosos “garantidamente” administrada até final de junho, diz Marta Temido

06 jun, 2022 - 15:14 • Teresa Almeida , Rosário Silva

Em Penafiel, a ministra da Saúde anunciou que o plano de vacinação para o outono deverá ser conhecido ainda esta semana e que já foram adquiridos mais de 15 milhões de euros de vacinas da gripe.

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A ministra da Saúde garantiu, esta segunda-feira, que o processo de vacinação da quarta dose para os idosos deverá estar concluída até ao final do mês.

“O objetivo do núcleo coordenador da vacinação é ter este grupo todo vacinado o mais depressa possível e, garantidamente, neste mês”, referiu Marta Temido, aos jornalistas, no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias.

Estas declarações surgiram depois de, no último sábado, terem sido atingidos os 200 mil vacinados, tendo sido possível, segundo a ministra, administrar a dose de reforço “em pouco mais de 15 dias”, a “todas as estruturas residenciais para idosos que estavam elegíveis”, ou seja, “onde não havia surtos”.

Mostrando-se preocupada com a proteção dos idosos, tendo em conta o aumento de casos de Covid-19, Temido anunciou que deverá ser conhecido ainda esta semana o plano de vacinação para o outono.

“Esta semana será apresentado também aquilo que é o nosso foco próximo, pois estamos a planear já o curto prazo, com a apresentação do plano de vacinação para o outono”, afirmou.

A campanha de vacinação de outono contra a Covid-19 e a gripe deverá já incluir vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam.

Em Penafiel, a governante acrescentou que já foram adquiridos mais de 15 milhões de euros de vacinas da gripe para a próxima época gripal.

“Foi autorizada uma aquisição de mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe, para a próxima época gripal, portanto, outono/inverno de 2022/2023, e o plano, neste momento, é a administração, o mais combinada possível, das atuais vacinas e das vacinas para a gripe”, frisou.

Numa primeira fase, “para os grupos mais vulneráveis” e caso existam alterações, Marta Temido assegura a necessidade de “ajustar o plano”, tendo em conta, acrescenta, “os planos também são feitos com essa latitude”.

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