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"Temos que jogar pelo seguro". Graça Freitas diz que ainda não é tempo de deixar as máscaras

11 abr, 2022 - 08:12 • Sérgio Costa , Olímpia Mairos

A diretora-geral da Saúde pede mais um "pequeno esforço" na Páscoa, pois "vamos conviver mais e entre várias gerações familiares".

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A diretora-geral da Saúde diz que ainda não chegou o tempo de abandonar a máscara nos espaços fechados. Em entrevista à Renascença, Graça Freitas defende que há que "jogar com segurança e não perder nada do que já foi adquirido" e, por isso, considera ser "seguro esperar mais uns dias”.

Apesar de os indicadores estarem a descer, Graça Freitas lembra que “a mortalidade ainda não atingiu aquele valor que impusemos - que é a mortalidade baixar de 20 óbitos por milhão de habitantes a 14 dias - o que trará outro pacote de medidas menos restritivas”.

“É melhor não abrirmos mão de todas as medidas, se ainda não estivermos consolidados nas descidas. Porque quando se abrem medidas há uma ligeira inflexão e uma ligeira subida do número de casos”, assinala.

Quanto tempo mais para os portugueses abandonarem as máscaras em espaços fechados? A diretora-Geral da Saúde não arrisca uma data, mas salienta que se a mortalidade mantiver a tendência crescente, dentro de dias a medida pode deixar de ser obrigatória.

Graça Freitas alerta que vem aí um tempo em que as famílias se vão reunir para as celebrações da Páscoa e apela ao cumprimento de algumas restrições.

“É boa medida ainda mantermos algumas restrições, nomeadamente, mais um pequeno esforço para continuar a usar a máscara e alguma distância social nestes convívios”, aponta.

Recorda que neste tempo de maior convívio “vamos estar com várias gerações e os mais velhos, os mais vulneráveis, os mais doentes, têm que ser protegidos pelos mais novos”.

“Quanto à Páscoa, é continuar a usar máscara, manter o distanciamento social e evitar aglomerados”, insiste Graça Freitas.

A incidência de novos casos de Covid-19 em Portugal não era tão baixa desde o Natal: na semana entre o final de março e o início de abril foram confirmados 61.988 novos casos, menos 8.093 em relação à semana anterior.

No seu relatório semanal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) registou a morte de 145 vítimas da Covid-19 entre os dias 29 de março e 4 de abril, menos cinco em relação à última semana. A mortalidade é atualmente de 14 mortes por milhão de habitantes a 7 dias, com a mortalidade a 14 dias a estar nos 29 óbitos por milhão de habitantes, acima do limite de 20 definido pelo Governo para o fim de restrições como a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços interiores.

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  • Francisco Rosário
    12 abr, 2022 SEIXAL 13:54
    A DGS que assuma que é hipocondríaca, Portugal é o único país com esta treta toda, estamos a perder a imunidade natural ao insistirem com a manutenção da mascarrada, é vergonhoso!
  • Francisco Rosário
    11 abr, 2022 SEIXAL 14:34
    A DGS que assuma que é hipocondríaca, Portugal é o único país com esta treta toda, estamos a perder a imunidade natural ao insistirem com a manutenção da mascarrada, é vergonhoso!

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