Tempo
|
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
A+ / A-

Adiado julgamento sobre reconstrução de casas em Pedrógão Grande

21 set, 2020 - 09:59 • Redação

Foi adiado para 26 de outubro.

A+ / A-

Foi adiado o julgamento do caso da reconstrução de casas que arderam nos incêndios de Pedrogão Grande em 2017. A primeira sessão estava marcada para esta manhã, mas foi adiada para 26 de outubro.

Devido ao elevado número de arguidos e à pandemia, o julgamento iria decorrer no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Leiria.

No processo estão acusadas 28 pessoas, entre elas o presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves. Em causa estão crimes, como burla qualificada e falsificação de documentos, na utilização de apoios públicos para recuperar estes imóveis.

Além de Valdemar Alves, também pediram a abertura da instrução um ex-vereador e o construtor civil. Valdemar Alves e Bruno Gomes vão responder por 20 crimes de prevaricação de titular de cargo político, 20 crimes de falsificação de documento e 20 crimes de burla qualificada, os mesmos crimes de que estavam indiciados na acusação do Ministério Público.

Já João Paiva está acusado de um crime de burla qualificada e outro de falsificação de documentos.

O incêndio, que deflagrou em 17 de junho de 2017, em Escalos Fundeiros, no concelho de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, e que alastrou depois a concelhos vizinhos, provocou 66 mortos e 253 feridos, sete deles com gravidade, tendo destruído cerca de 500 casas, 261 das quais habitações permanentes, e 50 empresas.

O Ministério Público de Coimbra deduziu acusação contra 28 arguidos no âmbito do inquérito que investiga alegadas irregularidades no processo de reconstrução das casas que arderam no incêndio.

A acusação refere-se à prática de 20 crimes de burla, 20 crimes de prevaricação de titular de cargo político, 20 crimes de falsificação de documentos, um crime de falsidade informática e um crime de falsas declarações".


Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+