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Tomada de posse. Marcelo jura Constituição de 1976 perante mais de 550 convidados

06 mar, 2016 - 09:41

O novo Presidente toma posse na quarta-feira, numa Assembleia da República decorada com cerca de duas mil rosas, com as cores da bandeira nacional.

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Marcelo Rebelo de Sousa vai jurar a Constituição original de 1976, dactilografada e encadernada a vermelho com letras douradas. É a Lei Fundamental que Marcelo Rebelo de Sousa vai jurar cumprir e fazer cumprir perante 550 convidados.

Tal como há dez anos, a cerimónia de tomada de posse do novo Chefe de Estado terá a particularidade de dispor, na mesa da Assembleia da República, três cadeiras de Presidente, sendo que desta vez conta terá uma inédita acreditação: a rádio de Celorico de Basto.

Toda a Assembleia da República estará mobilizada para o acontecimento e o Parlamento vai estar decorado com duas mil rosas, com as cores da bandeira nacional.

Face ao elevado número de pedidos de acreditação, a sala do Senado deverá servir como desdobramento da sala das sessões para os jornalistas que não tiverem lugar na bancada de imprensa.

Quanto à indumentária a usar, a directora do Gabinete de Relações Internacionais e Protocolo, Rita Ferreira, é taxativa: "Não há indicação de 'dress code', confiamos no bom senso de cada um. Do nosso lado, será o mais discreto possível".

Comentários
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  • Mais seriedade,
    06 mar, 2016 lis 20:25
    na informação jornalistica! Constituição de 1976, mas com a ultima revisão (VII Revisão Constitucional), em 2005!...O jornalismo não deve cair em tentações de desinformação ou manipulação!...
  • JULIO
    06 mar, 2016 vila verde 16:02
    Este é mais um figurino do regime trauliteiro de Portugal..
  • Pinto
    06 mar, 2016 Custoias 15:42
    A política hoje é uma forma de viver, onde os favorecimentos e interesses privados estão no cume. Podem prometer, jurar e dar a palavra, hoje não vale nada. Os intelectuais perderam o carácter e deixaram de ter honra. António Mexia.....ministro das obras públicas, presidência da EDP. Mário Lino...liderou obras públicas, passou para os seguros da CGD. Jorge Coelho, obras publicas, tornou-se CEO da Mota Engil. Celeste Cadona......administradora da CGD, quando deixou de ser ministra da justiça, depois rumou para a supervisão da EDP privatizada. Ferreira do Amaral........saiu do governo e foi para a Lusoponte a quem tinha entregue a construção da ponte Vasco da Gama. Pina Moura.........ministro das finanças passou para a Iberdrola. Ferreira Leite.......passou para Santander Negócios. Maria Luís.......passou para Arrow Global. Luís campos, Guilherme d`Oliveira Martins, todos ex-ministros das finanças..........rumaram todos do sector público para a Banca privada, após gerirem as contas do Estado. Como podem os cidadãos nacionais acreditarem nas pessoas que ocupam cargos de relevo no estado? Portugal é dos países da UE onde mais cresceu a pobreza e a exclusão social, As gravíssimas situações de pobreza e de exclusão que persistem neste país por razão da crise e das políticas sociais e económicas que continuam a ferir muitas pessoas, não só as mais vulneráveis, mas também "camadas da sociedade que não era suposto entrarem em depressão.A austeridade não é solução para o cresc
  • Pinto
    06 mar, 2016 Custoias 15:00
    As juras hoje não valem nada, ninguém tem honra nem palavra, basta ver o que se passa todos os dias com gente da alta sociedade que à uns anos atrás era impensável.
  • Alberto
    06 mar, 2016 Funchal 14:50
    Será que já é conhecido o "calendário" das Conversas em Família" de Marcello Caetano...perdão...de Marcelo R. de Sousa?

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