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ONU

É "absolutamente essencial" evitar escalada da guerra, diz Guterres

16 nov, 2022 - 05:47 • Lusa

Secretário-geral das Nações Unidas apela a uma "investigação exaustiva" da queda do míssil que matou duas pessoas na Polónia.

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O secretário-geral da ONU defende ser "absolutamente essencial" evitar a escalada da guerra na Ucrânia, mostrando-se "profundamente preocupado" com a queda de um míssil de fabrico russo na Polónia.

Numa breve declaração transmitida pelo porta-voz da ONU, na terça-feira à noite, António Guterres apelou a uma "investigação exaustiva" da queda do míssil que matou duas pessoas na Polónia.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia confirmou na noite de terça-feira que um “projétil de fabrico russo” atingiu o território deste país da NATO junto à fronteira com a Ucrânia, causando a morte a duas pessoas.

Na mesma nota acrescenta-se que o embaixador russo na Polónia foi convocado para prestar "explicações detalhadas".

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que é improvável que o míssil que atingiu a Polónia e matou duas pessoas tenha sido disparado a partir da Rússia. "Há informações preliminares que contestam isso", disse Biden aos jornalistas quando questionado se o míssil foi disparado da Rússia. "É improvável nas linhas da trajetória que tenha sido disparado da Rússia, mas veremos", acrescentou.

Por outro lado, os líderes do G7 e da NATO decidiram apoiar uma investigação sobre a queda do míssil de fabrico russo, revelou o Presidente dos EUA.

Em Bali, onde Joe Biden se encontra a participar na cimeira do G20, o governante explicou que este acordo foi alcançado "por unanimidade" durante uma reunião de emergência que decorreu esta manhã de quarta-feira.

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  • Investiguem
    16 nov, 2022 Mas não aldrabem 09:48
    É pouco provavel que a Rússia que até está a perder no campo de batalha e cada vez tem mais NATO, que de momento tem uma enorme superioridade em efetivos e meios convencionais, junto às fronteiras, queira dar mais um tiro nos pés, atacando propositadamente um País NATO, pois sabe perfeitamente o que se seguiria. Isto ou foram avarias de misseis atingidos pela anti-aérea ucraniana, ou um atirador "bêbado" ou incompetente a carregar no gatilho sem calcular devidamente a trajetória.

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