Tempo
|
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
A+ / A-

Eleições no Brasil. Lula diz estar perto vitória na primeira volta e pede mais “um tiquinho”

27 set, 2022 - 06:33

“A gente vai tirar esse genocida do Palácio do Planalto e colocar de volta a democracia”, disse, referindo-se ao Presidente Jair Bolsonaro.

A+ / A-

O antigo chefe de Estado brasileiro Lula da Silva mostrou-se confiante numa vitória logo à primeira volta nas presidenciais de domingo e prometeu começar logo a “reconstruir o país”.

“Estamos a um passo da vitória a 2 de outubro, falta um ‘tiquinho’, só um ‘tiquinho’”, afirmou o candidato, perante um auditório recheado de artistas de diferentes áreas, como música, cinema e televisão, intelectuais e representantes de movimentos sociais, em São Paulo.

Transmitido ao vivo pelas redes sociais, a "Super Live Brasil da Esperança" abriu a última semana de campanha de Lula que procura dentro de seis dias um terceiro mandato à frente do país.

O evento contou com participações de vários músicos, como Daniela Mercury, ou o fundador da banda Pink Floyd Roger Walters, bem com vídeos de apoio de celebridades brasileiras e estrangeiras, como os atores Mark Ruffalo e Danny Glover, entre outros.

“Todas as eleições em que eu participei, eu tentei ganhar no primeiro turno”, afirmou Luiz Inácio Lula da Silva, sublinhando: “mas este ano estamos mais arrojados, estamos maduros”.

“A gente vai tirar esse genocida do Palácio do Planalto e colocar de volta a democracia”, disse, referindo-se ao Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, candidato a um novo mandato, acrescentando que nestes últimos dias de campanha é preciso trabalhar para conquistar o voto de todos aqueles “que amam a democracia”.

“Estamos a seis dias das eleições mais importantes das nossas vidas”, frisou, garantindo que quer voltar a unir um “país arrasado pelo ódio e desesperança”, referindo a Bolsonaro, que se encontra em segundo lugar nas sondagens com cerca de 35% das intenções de voto.

Concorrem 11 candidatos

O antigo Presidente brasileiro puxou dos galões, numa tentativa de agarrar mais votos dos indecisos e da chamada ‘terceira via’ política, e relembrou a plateia que é um homem de consensos, prova disso é o seu candidato a vice-Presidente Geraldo Alckmin, que, em 2006, chegou a ser candidato pelo partido de centro-direita PSDB às eleições presidenciais, precisamente contra Lula.

“De lá para cá esse movimento de união só cresceu. No início, éramos apenas três partidos, hoje somos dez. Fomos ganhando cada vez mais adesões de outras forças políticas, inclusive de ex-candidatos a presidentes” que já foram adversários do PT, afirmou Lula.

O candidato disse ainda que nunca antes, na história do país, movimentos populares, sindicatos, trabalhadores, empresários, artistas, intelectuais atletas, de diferenças políticas “se uniram no primeiro turno para dizer: basta de tanto ódio, de tanta destruição, de tantas mentiras, de tanto sofrimento e de tantas mortes”.

“Vamos agora mesmo, no dia 2 de outubro, reconstruir o país”, exclamou.

Considerando apenas os votos válidos, a margem de erro de Lula, em várias sondagens, encontra-se entre 48% e 52%, este último o 'golden ticket' que o leva a vencer logo à primeira volta.

A eleição presidencial no Brasil tem a primeira volta marcada para 2 de outubro e a segunda, caso seja necessária, para 30.

Às presidenciais brasileiras concorrem 11 candidatos: Jair Bolsonaro, Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro Gomes, Simone Tebet, Luís Felipe D'Ávila, Soraya Tronicke, Eymael, Padre Kelmon, Leonardo Pericles, Sofia Manzano e Vera Lúcia.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+