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Guerra na Ucrânia

EUA acusam Rússia de estar a tentar anexar partes da Ucrânia

20 jul, 2022 - 10:24 • Lusa

Conselheiro de Segurança Nacional de Biden acusa Moscovo de estar a repetir estratégia aplicada na Crimeia em 2014.

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A Rússia está “a trabalhar para anexar territórios ucranianos” que estiveram sob o seu controlo nos últimos meses, acusou esta terça-feira a Casa Branca, denunciando o mesmo método utilizado pelas forças russas na Crimeia, em 2014.

De acordo com John Kirby, que coordena as comunicações do Presidente norte-americano Joe Biden sobre questões estratégicas, os representantes de Moscovo nestas áreas “vão realizar referendos fictícios sobre a reunificação com a Rússia” apontando a sua possível concretização “talvez em setembro, durante as eleições regionais russas”.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de cinco mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A ofensiva militar russa causou a fuga de mais de 16 milhões de pessoas, das quais mais de 5,7 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

Também segundo as Nações Unidas, 15,7 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Comentários
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  • Cidadao
    20 jul, 2022 Lisboa 17:14
    O que a Rússia está a fazer na Ucrânia, foi o que fez na Crimeia e não só: reconheceu uns "separatismos fantoches" patrocinados e orquestrados por ela, apoiou mediante invasão militar pretensos pedidos de "ajuda" desses estados fantoches, e mediante "referendos" que de referendos só tinham o nome, tal a manipulação, "integrou" esses territórios na Rússia. Qualquer semelhança com o DonBass não é mera coincidência. Em 2014 o Ocidente esteve particularmente mal quando permitiu isto tudo, com meros protestos de circunstância. Espero que tenham aprendido a lição e agora sejam mais enérgicos, de contrário, hoje é a Ucrânia, amanhã a Polónia e depois a Europa em peso.
  • pergunto
    20 jul, 2022 Eu 11:05
    E o que tencionam fazer, para contrariar isso? Prolongar e agravar Sanções ad eternum? Não reconhecer nem negociar com essas regiões? Armar e treinar, uma resistência Ucraniana nos territórios Ocupados?

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