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Ucrânia. Regimento Azov apela à retirada dos militares feridos em Azovstal

11 mai, 2022 - 07:16 • Lusa

Fonte do governo ucraniano disse à AFP que mais de mil militares ucranianos, incluindo centenas de feridos, ainda permanecem no complexo siderúrgico.

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O regimento Azov divulgou fotos de militares feridos que alega estarem no complexo siderúrgico de Azovstal, cercado por tropas russas em Mariupol, apelando à ONU e Cruz Vermelha para que diligenciem a sua retirada.

A unidade ucraniana frisou que os militares feridos já não são combatentes e realçou que estão a viver em condições desumanas, “com feridas abertas, com ligaduras sujas, sem a medicação necessária e até com falta de alimentos”.

O comunicado, divulgado na rede social Telegram e acompanhado de imagens destes militares, alerta que “todo o mundo civilizado deve ver as condições em que estão os defensores feridos e aleijados de Mariupol e agir".

"Exigimos a retirada imediata de militares feridos para territórios controlados pela Ucrânia, onde serão assistidos e tratados com os devidos cuidados", aponta ainda o comunicado, que refere a existência de várias centenas de combatentes feridos naquele complexo industrial.

O conjunto de dez fotos mostram, por exemplo, militares com ferimentos graves, incluindo dois de muletas com a perna esquerda amputada, um com o braço esquerdo amputado na zona do ombro e outro com o braço direito amputado acima do cotovelo.

Segundo noticia a agência Associated Press (AP), não foi possível verificar de forma independente a origem das fotografias ou as identidades dos retratados.

A vice-primeira-ministra ucraniana disse à agência France-Presse (AFP) que mais de mil militares ucranianos, incluindo centenas de feridos, ainda permanecem no complexo siderúrgico de Azovstal.

Após a retirada de todos os civis com a ajuda da ONU na semana passada, “mais de mil” militares, incluindo “centenas de feridos”, permanecem nas galerias subterrâneas deste vasto complexo industrial, declarou Iryna Vereshchuk à AFP por telefone.

"Há feridos graves que exigem uma retirada urgente", afirmou a vice-primeira-ministra ucraniana.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de três mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

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  • qqq
    11 mai, 2022 Lisboa 09:14
    Enquanto este mesmo batalhao de Azov tortorou os ucranianos russofonos do Donbass desde 2014, ninguem se importou. Pelo contrario. Hoje, estes individuos que orgulhosamente usam simbolos usados na Segunda Guerra Mundial pelas SS, sao elevados a martires pela imprensa mundial.

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