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G7 compromete-se a proibir ou eliminar gradualmente importações de petróleo russo

08 mai, 2022 - 17:59 • Lusa, Reuters

Os Estados Unidos, que já proibiram a importação de hidrocarbonetos russos, anunciaram sanções contra os executivos do Gazprombank e outras empresas.

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G7 compromete-se a proibir ou eliminar gradualmente importações de petróleo russo Foto: Thibault Camus / Pool/EPA
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G7 compromete-se a proibir ou eliminar gradualmente importações de petróleo russo Foto: Thibault Camus / Pool/EPA

O grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G7) comprometeu-se este domingo a proibir ou eliminar gradualmente as importações de petróleo russo, anunciou a Casa Branca.

"Todo o G7 comprometeu-se hoje a proibir ou a eliminar gradualmente as importações de petróleo russo", disse a Casa Branca numa declaração à imprensa. Num outro comunicado, o conjunto do Grupo dos Sete adianta: "Garantiremos que tal aconteça de maneira oportuna e ordenada" e "trabalharemos juntos e com nossos parceiros para garantir suprimentos globais de energia estáveis e sustentáveis e preços acessíveis para os consumidores”.

Esta decisão "dará um duro golpe na principal artéria da economia de [Vladimir] Putin e privá-lo-á das receitas necessárias para financiar a sua guerra", defendeu o executivo norte-americano, sem especificar exatamente que compromissos cada um dos membros do G7 assumiram.

O grupo, cuja presidência está este ano com a Alemanha, inclui Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

Os Estados Unidos, que não são um dos principais consumidores, já proibiram a importação de hidrocarbonetos russos e anunciaram, neste domingo, sanções contra os executivos do Gazprombank e outras empresas, de modo a punir Moscovo pela guerra contra a Ucrânia.

Washington divulgou ainda sanções contra três emissoras de televisão russas e proibiram os norte-americanos de fornecer serviços de contabilidade e consultoria a russos. Impuseram também cerca de 2.600 restrições de visto a autoridades russas e bielorrussas.

As medidas levantadas contra os executivos do Gazprombank foram as primeiras a envolver o gigante exportador de gás russo, já que os Estados Unidos e os seus aliados evitaram tomar medidas que pudessem levar a interrupções de gás para a Europa, principal cliente da Rússia.

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