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Guerra na Ucrânia

​Mais de 200 militares portugueses partem hoje em missão da NATO para a Roménia

15 abr, 2022 - 00:56 • Lusa

Cerimónia de despedida está marcada para as 06h30 da manhã no aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, e contará com a presença do Presidente da República.

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Parte esta sexta-feira para a Roménia uma força de 222 militares portugueses dos três ramos das Forças Armadas, no âmbito de uma missão de dissuasão da NATO, no contexto de conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

A cerimónia de despedida está marcada para as 06h30 da manhã no aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, e contará com a presença do Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Marcelo Rebelo de Sousa.

Vão estar ainda presentes a ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, almirante António Silva Ribeiro, bem como os chefes militares dos três ramos: general Nunes da Fonseca (Exército), almirante Gouveia e Melo (Armada) e general Cartaxo Alves (Força Aérea).

Segundo o programa divulgado, depois da cerimónia de despedida, a partida da aeronave está prevista para as 07h50.

De acordo com uma nota divulgada hoje pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), esta força é constituída por um total de 222 militares. É composta por uma companhia de atiradores (reforçada com um módulo de defesa antiaérea, um módulo de conjunto de informações e um módulo de apoio) e uma equipa de operações especiais.

O contingente parte para a Roménia - país fronteiriço com a Ucrânia - ao abrigo da missão 'Tailored Forward Presence' da NATO que visa contribuir "para a dissuasão e defesa da Aliança no seu flanco sudeste".

O plano das Forças Nacionais Destacadas para 2022 já previa o envio para a Roménia de um contingente de militares no segundo semestre do ano, tal como aconteceu em 2021, contudo, este calendário foi antecipado, no contexto de conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

De acordo com o EMGFA, esta força "irá participar em exercícios e atividades de treino com unidades congéneres, no sentido de, num contexto de aprofundamento dos laços da Aliança Atlântica e do incremento da capacidade de dissuasão e defesa desta organização face aos recentes acontecimentos do Leste da Europa, ser testada a interoperabilidade das forças num contexto multinacional".

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