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Número de pessoas a viver em zonas de conflito subiu para dois mil milhões

30 mar, 2022 - 19:56 • Lusa

As Nações Unidas alertaram hoje que um quarto da humanidade - dois mil milhões de pessoas - vive atualmente em zonas de conflito, e que o mundo enfrenta agora o maior número de conflitos violentos desde a Segunda Guerra Mundial.

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Como exemplo dessa violência, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, citou os conflitos do Iémen, Síria, Myanmar, Sudão, Haiti, região do Sahel "e agora a guerra na Ucrânia, uma catástrofe que abala os alicerces da ordem internacional, ultrapassando fronteiras e causando um forte aumento nos preços de alimentos, combustíveis e fertilizantes, o que significa um desastre para os países em desenvolvimento".

Guterres disse hoje à Comissão de Consolidação da Paz da ONU que no ano passado 84 milhões de pessoas foram forçadas a deixar as suas casas por causa de conflitos, violência e violações dos direitos humanos.

"E este ano, estimamos que pelo menos 274 milhões precisarão de assistência humanitária", declarou o português.

O secretário-geral das Nações Unidas afirmou ainda que isso está a acontecer "num momento de multiplicação de riscos que estão a deixar a paz ainda mais fora de alcance, como as desigualdades, a covid-19, as mudanças climáticas e as ameaças cibernéticas, para citar apenas alguns".

Guterres declarou que "as chamas do conflito são alimentadas pela desigualdade, privação e sistemas subfinanciados" e que essas questões devem ser abordadas com urgência.

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