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Covid-19. EMA avalia pedido da Pfizer para reforço da vacina em jovens

08 fev, 2022 - 19:27 • Marta Grosso

A faixa etária em análise é dos 12 aos 15 anos. Em curso está também a avaliação da dose de reforço da vacina anticovid-19 a adolescentes de 16 e 17 anos. Isto, no dia em que o ECDC vem deixar alertas sobre esse avanço.

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A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) está a avaliar um pedido da Pfizer/BoiNTech para a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 em crianças dos 12 aos 15 anos.

Em comunicado emitido nesta terça-feira, o regulador europeu explica que, de forma paralela, “está também em curso a avaliação da aplicação da dose de reforço em adolescentes com 16 e 17 anos”, tal como já tinha anunciado.

As doses de reforço são administradas a pessoas com a vacinação primária completa para restaurar a proteção depois de ter diminuído. Atualmente, a dose de reforço da Comirnaty (a vacina daquele consórcio) só pode ser administrada em pessoas com 18 anos de idade ou mais.

No comunicado emitido, a EMA indica que “o comité de medicamentos humanos (CHMP) realizará uma avaliação acelerada dos dados apresentados pela empresa que comercializa o Comirnaty” e incluir nessa análise os resultados de evidências da vacina “no mundo real”, nomeadamente em Israel.


A notícia surge no mesmo dia em que o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) lança um relatório sobre a eficácia da vacinação contra a Covid-19 nos adolescentes e sobre uma eventual dose de reforço para a faixa etária dos 10 aos 17 anos.

No documento, o organismo europeu existirem “dados limitados sobre benefícios e riscos de uma dose de reforço administrada a adolescentes”.

“Os resultados preliminares sugerem um aumento da eficácia da vacina contra a infeção documentada por SARS-CoV-2 em adolescentes que receberam um reforço em comparação com adolescentes que completaram recentemente o curso de vacinação primária. No entanto, ainda não há dados disponíveis sobre a duração da proteção de uma dose de reforço e sobre a eficácia adicional contra doença grave de uma dose de reforço em adolescentes”, acrescenta.

O ECDC recomenda ainda aos países que estejam a ponderar avançar para o reforço da vacina nestas faixas etárias que considerem “a situação epidemiológica, as prioridades e objetivos nacionais da campanha de vacinação anticovid-19, a administração da vacina e de doses adicionais em grupos prioritários e na população em geral, bem como a equidade e o fornecimento” do fármaco.

"Nesta fase, deve ainda ser dada prioridade à conclusão das séries primárias na população elegível [adulta] e à administração de doses de reforço aos grupos prioritários, antes de se considerar dar doses de reforço a adolescentes com idades entre os 12 e os 17 anos sem condições subjacentes", sustenta o ECDC, aludindo à análise que está a ser feita pela EMA.

“A Comirnaty é uma vacina produzida para prevenir a Covid-19, que contém uma molécula chamada RNA mensageiro (mRNA) com instruções para produzir uma proteína – conhecida como proteína ‘spike’ – naturalmente presente no SARS-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19. A vacina funciona preparando o corpo para se defender contra o SARS-CoV-2”, indica a EMA no seu comunicado.

A agência europeia salienta ainda que “o aconselhamento sobre como as vacinas devem ser administradas continua a ser uma prerrogativa dos grupos consultivos técnicos nacionais de vacinação que orientam as campanhas de vacinação em cada Estado-membro da UE”.

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