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Trump vence. Cidadãos de seis países muçulmanos impedidos de entrar nos EUA

04 dez, 2017 - 21:35

Todos os cidadãos do Irão, Líbia, Síria, Iémen, Somália e Chade deixam de poder viajar para os Estados Unidos.

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O Presidente Donald Trump conseguiu uma vitória. O Supremo Tribunal deu esta segunda-feira “luz verde” à mais recente proibição de entrada nos Estados Unidos de pessoas oriundas de seis países muçulmanos.

Os juízes decidiram, com dois votos contra, que a medida pode ser aplicada na sua totalidade, apesar da existência de vários processos nos tribunais.

O Supremo levantou duas acções que bloqueavam parcialmente a medida de Trump de proibir a entrada de estrangeiros oriundos do Irão, Líbia, Síria, Iémen, Somália e Chade.

Devido aos recursos interpostos pelos opositores da proibição, a medida estava actualmente limitada às pessoas sem família ou outras ligações aos Estados Unidos.

A probição é uma das bandeiras de Donald Trump, que assinou um decreto no início do seu mandato, em Janeiro deste ano.

Tribunais de nível inferior têm defendido que as pessoas destes países com uma relação autêntica com alguém nos EUA não podem ser mantidas fora do espaço norte-americano. Avós, primos e outros familiares têm estado entre os que os tribunais têm dito que não devem ser excluídos.

O Tribunal de Apelo do 9.º Circuito, sediado em San Francisco, no Estado da Califórnia, e o do 4.º Circuito, baseado em Richmond, no Estado da Virgínia, vão ter audiências sobre a legalidade da proibição ainda esta semana.

Comentários
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  • Silva
    05 dez, 2017 Cuiabá 13:29
    Brasil pode entre os EUA?
  • Paulo
    05 dez, 2017 Olhão 10:39
    Da Arábia Saudita, esse farol de civilização, e tudo que é emirado salafista e é reconhecidamente ser de onde vem o grosso do apoio ao terrorismo de inspiração islâmica, podem vir à vontade mais os seus petrodolares. Bem, este comentário é chover no molhado já que não há quem não saiba.
  • Migurl
    05 dez, 2017 Lidboa 10:00
    Parabéns
  • Deus das Nações
    05 dez, 2017 w.w.w.mensajesdelbuenpastorenoc.org/ 09:00
    Mensagem a Enoc - "Minha paz esteja convosco. Filhos meus, a xenofobia e o racismo está-se a apoderar dos governantes e habitantes das grandes nações. Antes que comecem os meus dias de Justiça Divina, todos os repatriados voltarão ás suas lugares de origem o êxodo de repatriados se intensificará e todos os que se sentiam seguros em nações estrangeiras, verão frustradas suas esperanças e o seu destino é regressarem a sues países de origem. As políticas migratórias de muitos governantes, não respeitarão o tempo nem o valor da mão de obra daqueles que outrora levaram progresso às suas nações. Nada será tido em conta pelas autoridades das grandes nações, para levar a cabo políticas de repatriamento de imigrantes. Se és imigrante não te vão respeitar nenhum direito, nem vão ter em conta o tempo de residência na nação estrangeira. Meu povo, o nacionalismo está-se apoderando em muitas nações e chegará o momento em que todos aqueles que não são nacionais, terão que marchar para os seus países de origem. A massíva deportação de imigrantes está dirigida especialmente aos estrangeiros dos países do terceiro mundo. A falta de recursos, o desemprego, os problemas sociais e económicos e o aumento da população, levarão muitas nações a tomar medidas de deportação massiva de estrangeiros. As nações mais pobres serão as mais afetadas com estas medidas, o que irá provocar problemas sociais e económicos nestes países. Emigrantes acerca-se de vós a hora da desolação". - O Deus das nações a Enoc
  • Jose Magalhaes
    05 dez, 2017 Lisboa 07:22
    São insuportaveis estes titulos de noticia comn tendencia. Reparem, 1º título anuncia : .... proobição da entrada de muçulmanos nos... ! No que refere o seguinte: " ... todos os cidadãos de....."!. - O jornalista sabe escrever, sabe muito bem o que quer dizer e tem perfeita noção para onde quer encaminhar a informação. É óbvio ! É um aproveitamento e abuso da boa fé do leitor menos atento. O jornalista tambem sabe disso. É uma injustiça. Porque não legislar e comprometer este tipo de jornalismo?
  • Nuno
    05 dez, 2017 Australia 01:57
    Os jornaleiros continuam a dar tiros nos pes e sao tao burros que nao percebem que o povo ja os topou. A proibicao nao e para os muculmanos mas sim para todos os cidadaos desses 6 paises, cambada de atrasados comunistas.
  • Anónimo
    05 dez, 2017 00:20
    A Líbia era o país mais desenvolvido do continente africano. Todos os cidadãos da Líbia tinham direito a saúde, educação e habitação. Depois da criminosa guerra perpetuada pela NATO contra a Líbia, a escravatura regressou à Líbia. A Síria era um estado secular em que legalmente as mulheres tinham os mesmos direitos que os homens. A NATO financiou o Daesh, originando milhões de refugiados, a maioria dos quais tiveram que se deslocar para o Líbano, para a Jordânia ou para a Síria. Assad está a ganhar a guerra para infelicidade dos imperialistas, mas a destruição fica. O Iémen está sob o ataque da Arábia Saudita, essa financiada por Trump (ele até gosta de muçulmanos, mas só dos ricos). Mas a comunicação social não fala disto e o bilionário Trump ataca o povo do Iémen. A escumalha das caixas de comentários ignora tudo isto e prefere atacar as vítimas de uma guerra causada pela NATO à qual Portugal pertence.
  • Jose rodrigues
    05 dez, 2017 Faro 00:16
    Os Venezuelanos proibidos são unicamente os políticos contrabandistas mafiosos da droga e os corruptos e seus familiares que dela vivem. Curiosamente muitos deles tem moradias e contas bancárias nos EUA e já tem esses bens confiscados. Jornalistas também deviam acrescentar isso.
  • AP
    05 dez, 2017 Portugal 00:02
    Boas notícias para Trump que assim pode manter acirrados os seus eleitores iludidos e ao mesmo tempo permite as viagens de negócios dos magnatas do médio oriente de países escolhidos a dedo.
  • francisco
    04 dez, 2017 23:47
    Uma decisão, do Supremo Tribunal, que se saúda.

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