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Trump hiperactivo na Casa Branca. Cinco medidas e uma declaração na gaveta

23 jan, 2017 - 19:39 • Ricardo Vieira

Novo Presidente pregou o último prego no caixão do Tratado Transpacífico de Comércio Livre. Criou o Dia do Patriotismo e já mexeu em temas como o aborto.

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O novo Presidente dos Estados Unidos entrou com tudo na Casa Branca. Donald Trump não perdeu tempo e em 72 horas tomou várias medidas que rompem com a herança de Barack Obama. Mas também já fez saber que não vai divulgar a declaração de rendimentos.

Acordo comercial rasgado

O novo chefe de Estado revogou, esta segunda-feira, a participação dos Estados Unidos no Tratado Transpacífico de Comércio Livre (TPP, na sigla inglesa), revogando um acordo que fazia parte do legado de Obama.

O TPP foi assinado em 2015 por 12 países, entre os quais o Japão, Taiwan e Vietname, e ainda não entrou em vigor. Foi apresentado como um contrapeso à influência crescente da China, mas Trump considera o tratado “terrível” e "contrário aos interesses" dos norte-americanos.

A revogação do Tratado Transpacífico de Comércio Livre pode ser a primeira de muitas no plano dos acordos comerciais.

Obamacare

Logo na sexta-feira, poucas horas depois da tomada de posse, assinou uma ordem executiva que marcou o início do fim do “Obamacare”, cumprindo uma das grandes promessas da sua campanha.

Este “Affordable Care Act” garantiu seguros de saúde a cerca de 20 milhões de pessoas pobres e foi uma das bandeiras do anterior Presidente Barack Obama.

Donald Trump congelou o “Obamacare” e promete criar um sistema melhor. Mas ainda não avançou qualquer alternativa.

Travão ao financiamento do aborto

Donald Trump assinou esta segunda-feira uma ordem presidencial que proíbe o financiamento estatal de organizações não-governamentais que realizem ou promovam o aborto no estrangeiro.

A restrição foi criada pelo Presidente Ronald Reagan em 1984, revogada por Bill Clinton em 1993, reinstaurada por George W. Bush em 2001 e novamente levantada pelo Presidente Obama, em 2009.

A decisão de Trump acontece no 44.º aniversário da legalização do aborto nos Estados Unidos, por deliberação do Supremo Tribunal.

Dia do Patriotismo

Foi outra das medidas anunciadas no dia da tomada de posse. Donald Trump decidiu criar o Dia do Patriotismo.

Depois de várias referências ao espírito patriótico no discurso de posse, em Washington, o 45.º Presidente dos Estados Unidos dedicou um dia especial ao sentimento que une os cidadãos de um país.

A data da nova festividade ainda não é conhecida. Depois do Dia da Independência, a 4 de Julho, os americanos vão ter um Dia do Patriotismo.

Contratações congeladas no Governo federal

Todas as contratações para os ministérios estão congeladas. A excepção são as Forças Armadas. A ordem presidencial foi assinada por Donald Trump, esta segunda-feira, na Sala Oval.

O chefe de Estado que cumpre assim uma das suas promessas de campanha. O objectivo é travar “a grande expansão do número de funcionários federais nos últimos anos”, explicou um dos elementos da equipa de Trump.

Declaração de rendimentos na gaveta

O novo Presidente também se destaca pelo que não fez. Donald Trump não vai tornar pública a sua declaração de rendimentos.

A dúvida foi desfeita pela directora de comunicação de Trump. Kellyanne Conway argumenta que os americanos “não se importaram” com a polémica e “votaram nele”.

Trump é o primeiro Presidente dos Estados Unidos, desde Richard Nixon, a não divulgar a declaração de rendimentos.

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  • fersilva
    31 jan, 2017 almada 09:14
    O TRAMPA tem uma virtude. Faz sair os fachos da toca.
  • hundor
    24 jan, 2017 Nolito 07:28
    Vejo que a doença psiquiátrica (esquizofrenia com Trump) dos jornaleiros portugueses está cada vez mais avançada.
  • ze
    24 jan, 2017 pt 05:39
    O trumpas vai partir a louça toda. Ta me a parecer que na chega ao fim do primeiro mandato
  • Rip
    24 jan, 2017 Lisboa 04:25
    Portugueses flam do que nail ente demand design Nadal, or maI ordered parasite do Mundo email or Portugal see Naomi me engano,agora lambendos Oscar Sapa toss da angola, do research nose Cornish aiaiai
  • 23 jan, 2017 23:58
    Tanto tuga burro a comentar.
  • 23 jan, 2017 Ermesinde 23:09
    Que dirá o Passos ele tambem está a reverter tudo "Porra"
  • 23 jan, 2017 23:08
    Que dirá o Passos ele tambem está a reverter tudo "Porra"
  • Miguel
    23 jan, 2017 Amadora 22:16
    Vai Trump, mostra aos parasitas ditadores de esquerda social como é que se faz as coisas. Chega de escravidão social a quem é honesto e trabalhador. Todos dizem mal de Trump mas ninguém diz o porquê dele ser mau. o Obama foi bom e a Killary também seria boa? Os Antitrump, são uns vândalos, que não querem trabalhar e nem sequer respeitam a democracia. É o fascismo de esquerda.
  • João Lopes
    23 jan, 2017 Viseu 21:00
    Abortar é matar violentamente nascituros indefesos e inocentes. São seres humanos eliminados silenciosamente na barriga das suas mães. É criminosa uma legislação que promove o financiamento com o dinheiro dos contribuintes aos grupos de pressão que pretendem legalizar o aborto ou promovê-lo como método de planeamento familiar. O novo Presidente norte-americano, Donald Trump, fez bem em proibir esse financiamento público.
  • Joaquim Santos
    23 jan, 2017 Tojal 20:25
    Este ainda um dia vai morto, e de morte matada, meteu-se com o diabo, quer reduzir os abortos, melhor o financiamento aos promotores do aborto. Sabendo nós, que tal prática é aquela que mais almas fornece para o inferno. O certo é fazerem-lhe a vida negra por tal e grande ousadia. Sim a politica abortiva nasceu na América. Os seus sábios económicos concluíram: Para ter uma América grande, capaz de colonizar o mundo, é bom que a população mundial não passe dos 5 biliões. E vai dai a imposição da cultura da morte, da degradação dos valores morais, dos casamentos entre homossexuais, da extinção de raças e tribos dos países pobres e etc.

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